Guerra civil de anos na Ucrânia decorre da interferência dos EUA e aliados da OTAN, diz senador Andrey Klimov

Andrei Klimov é um senador russo que é deputado da Duma do Estado (Assembleia da Rússia) desde 1999. Atualmente, ele é vice-chefe do comitê de relações exteriores do senado russo.
Segundo Andrey Klimov, o principal objetivo das ações dos países membros da OTAN na Ucrânia era enfraquecer e conter a Rússia.

A militarização, o frenesi do neonazismo e os anos de guerra civil na Ucrânia são o resultado da flagrante interferência do Ocidente — Estados Unidos da América (EUA) e aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) — em seus assuntos soberanos, disse um legislador russo nesta terça-feira (01/03/2022).

“O mundo inteiro está acompanhando de perto os desenvolvimentos em torno da crise ucraniana agravada. Mas, lamentavelmente, poucos no mundo se lembram de que ela estourou há oito anos como resultado do golpe de Estado anticonstitucional em Kiev, planejado e orquestrado por Washington. O resto, incluindo os anos subsequentes de guerra civil no Donbass, a militarização da Ucrânia e o frenesi do neonazismo linha-dura criado na russofobia neandertal são o resultado da interferência flagrante do Ocidente nos assuntos soberanos de nosso país eslavo ortodoxo vizinho. “, disse Andrey Klimov, presidente da comissão para a proteção da soberania estatal da Rússia e prevenção de qualquer interferência nos assuntos soberanos da Rússia do Conselho da Federação Russa, ou câmara alta do parlamento.

Segundo Klimov, o principal objetivo das ações dos países membros da OTAN na Ucrânia era enfraquecer e conter a Rússia. “Este plano é conhecido há muito tempo como o projeto Anti-Rússia. Sob este plano, nosso país irmão deve se tornar um reduto russofóbico da OTAN perto das fronteiras russas. Também inclui o endurecimento máximo das sanções administrativas e econômicas ilegais anti-Rússia, o propaganda agressiva do tipo Goebbels”, disse ele, acrescentando que um desses “centros de fabricação de mentiras” está operando na Polônia sob a supervisão de serviços especiais dos EUA.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse em um discurso televisionado em 24 de fevereiro que, em resposta a um pedido dos chefes das repúblicas do Donbass, ele havia tomado a decisão de realizar uma operação militar especial para proteger as pessoas “que sofreram abusos e genocídio pelo regime de Kiev por oito anos.” O líder russo ressaltou que Moscou não tem planos de ocupar territórios ucranianos.

Ao esclarecer os desdobramentos, o Ministério da Defesa da Rússia assegurou que as tropas russas não estão atacando cidades ucranianas, mas estão limitadas a atacar cirurgicamente e incapacitar a infraestrutura militar ucraniana. Não há nenhuma ameaça à população civil.

*Com informações da Agência TASS.


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