Sob o comando do Governo Temer, Petrobras saqueia economia popular ao aumentar 12 vezes preço dos combustíveis

Pedro Parente, presidente da Petrobras. Gestão da empresa penaliza economia popular.
Pedro Parente, presidente da Petrobras. Gestão da empresa penaliza economia popular.

Hoje (17/05/2018), a Petrobras reajustou novamente o preço dos combustíveis. Já são 12 aumentos em menos de vinte dias. A gasolina subiu 12,9% e o diesel, 11,6%. Os dados podem ser conferidos no site da Petrobras.

“Essa política perversa tem agravado a crise econômica e prejudicado a população e os empresários.  Muitos postos estão perdendo fôlego financeiro e com dificuldade de sobreviver. A população está sofrendo com a perda de empregos, renda, e ainda tem que pagar por todos esses reajustes de combustíveis que refletem também na indústria e nos preços de outros produtos, como alimentos. A economia está inviável”, declara o presidente do Sindicombustíveis Bahia, Walter Tannus Freitas.

Além da nova política de preços da Petrobras, tem ainda a elevada carga tributária que corresponde a 50% dos custos dos combustíveis. E a partir de hoje, o óleo diesel tem novo aumento de ICMS. Por meio do Ato Cotepe/PMPF  Nº 09/201 (08/05/2018), o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) determinou mais um aumento no preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) do produto. O óleo diesel passou de R$ 3,3500 para R$ 3,4500.

Para discutir sobre a situação do mercado de combustíveis na Bahia e no Brasil e explicar como funciona a estrutura da formação de preço, seus agentes e responsabilidades, o Sindicombustíveis Bahia prepara um painel, dia 24, às 14h, na Casa do Comércio. O evento vai reunir representantes da Sefaz/BA, da Associação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência (Plural), do MP-BA, da ANP, do Ibametro, da OAB Bahia, do Procon, do Legislativo estadual e municipal, de entidades empresariais e imprensa.

Crime contra a economia popular

Infere-se que em decorrência da usurpação democrática do mandato popular da presidente Dilma Rousseff (PT/MG), com a assunção antidemocrática de Michel Temer (MDB/SP), uma perversa política de saque à nação foi implementada, que resultou em sucessivos aumentos de preços, dentre eles o do combustível, representando verdadeiro crime contra a economia popular.


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