Nas noites de Feira de Santana, em frente ao Paço Municipal Maria Quitéria, um grupo de 15 travestis pratica a atividade da prostituição. Travesti, é como eles se autodenominam. Vindos de vários pontos da Bahia, os eles desenvolvem a prática da prostituição sem qualquer tipo de constrangimento.
Márcia Vogue, 28 anos, nascida em Salvador, declarou que vem regularmente à cidade. “Nós trabalhamos separadas e cobramos de acordo com a solicitação do cliente”, explica.
A questão principal da atividade da prostituição tem a ver com a postura da sociedade em relação a está. Europa e Estados Unidos desenvolveram regulamentações próprias. Nestes países aplicam-se campanhas educacionais, de inclusão social, assistência psicológica e delimitação de áreas.
Lamentavelmente, o setor público mantém-se inerte a este problema social. Desta forma, o centro comercial de Feira de Santana apresenta mais um traço de degradação que afeta a sociedade.










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