Recentemente a Federação Nacional dos Jornalistas, o Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, o Sindicato dos Jornalistas da Bahia e demais Sindicatos do país filiados à FENAJ repudiaram, com veemência, a atitude da direção da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que desencadeia campanha de intimidação contra jornalistas no exercício da profissão.
A ação impetrada pelos fiéis da IURD, na qual dizem ter sido alvo de ofensas após a circulação de matérias que atacam a igreja, ao que tudo indica não terá o resultado esperado por eles. Em dois julgamentos realizados no Estado do Acre, os processos foram extintos sem julgamento do mérito por falta de legitimidade. Os magistrados detectaram diversas ações semelhantes ajuizadas simultaneamente em vários Estados do país, o que caracteriza uma orquestração.
A ação da Igreja Universal, como bem citou a Federação Nacional dos Jornalistas, juntamente com outros órgãos representativos, não passa de uma campanha de intimidação contra jornalistas no exercício da profissão. “O episódio nos remete à perseguição religiosa, absurda e violenta, praticada por extremistas contra o escritor Salman Rushdie, autor de Versos satânicos, e as charges de Maomé publicadas no jornal dinamarquês Jyllands Posten”
A nota observa ainda, com muita propriedade, que em um ambiente democrático e laico, é preciso compreender e aceitar posições antagônicas e, mais ainda, absorver as críticas contundentes, sem estimular reações de revanche ou mesmo de pura perseguição.
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