Intrigas nos bastidores da campanha política do Democratas têm dado espaço para todo tipo de especulação. Uma das mais consistentes, e que tem circulado na comunidade feirense, é que o desentendimento tem surgido em função do crescimento eleitoral dos adversários políticos do deputado Tarcízio Pimenta, o que significa o enfraquecimento da densidade eleitoral deste candidato. Outro assunto muito comentado por este segmento é que a cúpula remanescente do Carlismo em Feira, capitaneada pelo alcaide José Ronaldo, não está nada satisfeita com a condução do processo. Como é do conhecimento de todos, ambos se detestam, mas por questões de conveniências políticas momentâneas, eles se apresentam à população como se nada estivesse acontecendo.
Segundo reza um sábio adágio popular: dois bicudos não se beijam. E para azucrinar ainda mais ainda o meio de campo do DEM, dentro de poucos dias estará circulando no município uma nova pesquisa eleitoral que deverá trazer no seu bojo, novidades em relação as mais recentes tendências do eleitorado feirense. O que têm deixado os Ronaldistas com as barbas de molho, uma vez que o segundo turno das eleições é cada vez mais uma realidade insofismável em Feira.
Há quem se arrisque a afirmar que a contagem regressiva para uma possível derrota dos últimos bastiões do conservadorismo político na Bahia já começa a apresentar os seus estertores finais, o que tem sido determinante na condução do pânico e os atritos inevitáveis nas hostes desta agremiação política. Que se transformou em uma autêntica Torre de Babel, onde todos falam e ninguém se entende.








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