Wagner chegou ? | Por João Andrade

Na sexta-feira (19/11/2008), o governador Jaques Wagner chegou de sua viagem a Suécia, trouxe muitos projetos e ações para o desenvolvimento da Bahia. Por aqui alem do Artigo do ministro Geddel, ficam os “companheiros”, a seguir a cartilha dos “acuados” em nome do projeto de 2010, projetos estes que inclui alimentar inimigos para se tornar futuros adversários, o PT gosta disso, valoriza os adversários em detrimentos dos seus verdadeiros “aliados”, militantes e “companheiros”.

Na chagada de sua excelência o governador Jaques Wagner, ele disse mais ou menos isso: que é ele que tem a caneta, e só ele nomeia e exonera quem ele quiser. Em parte, o senhor pode ter até o poder da caneta, porem mantém se distante da coragem para usá-la. Sua última indicação é partidária, digo da base, pois não deve ter sido fácil para o senhor (acredito eu) nomear Roberto Muniz para a Agricultura, certo! A não ser que o senhor tenha se tornado um homem insensível e contraditório com suas convicções partidárias, pois Moema sente até hoje seu gesto de “governabilidade”, não desastroso, mas extremamente deselegante em nomear alguém que lhe chamara de adjetivos impublicáveis, não só a sua excelência, como ao seu amigo, o presidente Lula e mais ainda a magnífica e correta prefeita Moema Gramacho, exemplo de PT puro sangue, legítima e digna, que fora de maneira “nojenta” e “torpe” atacada em último pleito eleitoral, como a caracterizada pelos aliados e correligionários de Muniz, que fizeram “enterro simbólico” da prefeita (Moema), que luta, assim como na vida de problemas de saúde, que é bravamente enfrentado bem ao estilo de uma mulher corajosa, pois coragem é o que falta neste governo, competência nem se fala.

É fácil dizer, mandar recados passados muito mais aos seus aliados, digo “companheiros” como o senhor disse que as eleições já se passaram e que deveriam eles sair dos palanques. Pois são palanque estes que o senhor se esquivou no último pleito em participar e ajudar, pois sua ausência fez engordar vitórias de aliados desalinhados com o seu governo, é que faltou-lhe “tesão” político para ajudar, participar e apoiar, seus companheiros e amigos, mas a vida nobre governador é vivida pelo passado, pelo presente e muito mas pelo futuro. Futuro este que se encarrega de montar novos palanques, novas eleições futuras e nestas deverão ter candidatos como o senhor (reeleição), e o senhor deverá estar bem à vontade para cobrar a reciprocidade daqueles que são seus aliados presentes hoje, mas incógnitas amanhã, pois todos nos sabemos que política só se alinha quando os interesses são um só, únicos e levados a um mesmo caminho e objetivo, mas isto não deve acontecer pelo que se desenha das ações de alguns aliados seu que são aparentemente desprovidos do poder, mas desprovidos do poder no seu governo, é que seu lugar é o que a eles interessam, e que estes aliados gostam do poder quando são dirigidos por eles próprios, com eles decidindo e com eles o poder da caneta e decisão, porque estes quando se abastarem do poder, terão a firmeza, a determinação e uma peça fundamental a coragem tão ausente no atual governo da Bahia.


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