
Segundo o escritor francês, Marcel Aymé, “a história da vida sempre acaba mal. Além da decadência física, o ser humano muitas vezes ainda tem que enfrentar o tormento de doenças graves, a exemplo do câncer, que podem não apenas fazer a vida acabar mal, como também acabar prematuramente”.
Atualmente vivemos em um mundo onde o estresse invadiu nosso dia-a-dia, tomou as rédeas de nossas vidas, nos conduzindo ao descalabro físico e mental, causando transtornos principalmente psicológicos, mesmo com todo avanço tecnológico que a medicina dispõe, transformando a nossa expectativa de vida, a cada dia, muito difícil de ser alcançada.
Aliados ao estresse estão os alimentos com excesso de gorduras, o açúcar, o sal além do consumo excessivo do álcool e do tabagismo, o que potencializa os perigos do surgimento das doenças circulatórias como o AVC – também conhecida como derrame cerebral – que é o maior causador de óbito no Brasil. Outro grande inimigo é o sedentarismo, que é considerado a “doença do século” e está associado ao comportamento habitual, resultado dos confortos da vida moderna.
Segundo dados estatísticos apresentados pelo Sistema de Informação de Mortalidade (SIM – Ministério da Saúde), esta preocupante situação está distribuída em nosso país segundo os seguintes percentuais: 33% no sudoeste, 32.9% no sul, 31.9% no nordeste, 31% no centro-oeste e 24.9% no norte. Na avaliação por região o câncer é a segunda causa mortis, tendo maior predominância no sul e sudeste, sendo o de próstata o de maior incidência sobre os homens.








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