O império da Playboy inicia uma nova era em julho de 2009. Pela primeira vez, a revista terá um diretor-executivo que não é parte da família Hefner: Scott Flanders tentará superar a crise financeira herdada na Playboy, atrair novos parceiros de negócios, adequar-se à mídia digital, e fazer um uso mais lucrativo da marca do coelhinho conhecida mundialmente.Será que uma das referências mais controversas da cultura popular e do jornalismo impresso sobreviverá?
Desde que Marilyn Monroe apareceu na capa da primeira edição da Playboy em 1953, o mundo da mídia mudou bastante, e a revolução sexual tornou-se uma ditadura. Poucas pessoas imaginavam que o legendário Hugh Hefner consideraria vender sua revista (por cerca de US$ 300 milhões) após a renúncia de sua filha. Além disso, o jornalismo erótico parecia ocupar um lugar privilegiado no mercado. No entanto, a Playboy tem sofrido grandes perdas (US$ 13.7 milhões só no primeiro trimestre de 2009), viu seu número de leitores diminuir mais de 50 por cento, teve que fechar seus escritórios em Nova York, e demitiu cerca de 25 por cento de seus funcionários. A crise econômica e a pornografia online gratuita têm sido apontadas como culpadas.
Leia a versão completa deste post no original em espanhol.
*Com informações da Paul Alonso
Share this:
- Click to print (Opens in new window) Print
- Click to email a link to a friend (Opens in new window) Email
- Click to share on X (Opens in new window) X
- Click to share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn
- Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
- Click to share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp
- Click to share on Tumblr (Opens in new window) Tumblr
- Click to share on Telegram (Opens in new window) Telegram
Relacionado
Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)
Subscribe to get the latest posts sent to your email.




