Pelo menos 68 jornalistas foram assassinados em 2009 em virtude do trabalho que exercem, uma cifra nunca antes registrada pelo Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ). O CPJ investiga ainda se a morte de outros 20 repórteres estiveram relacionadas com as suas atividades profissionais.
O novo recorde aconteceu em parte devido ao massacre do dia 23 de novembro de mais de 30 jornalistas nas Filipinas, explica o CPJ na sua análise de fim de ano. O recorde anterior, de 67 assassinatos, é de 2007, na ocasião da querra do Iraque.
O CPJ informou que a maioria das vítimas era de repórteres locais que cobria notícias da própria comunidade. “Os autores assumiram, com base em antecedentes, que jamais seriam castigados”, disse o diretor executivo do CPJ, Joel Simon.
Nas Américas, foram registrados assassinatos de jornalistas em razão do trabalho que desempenham no México, na Colômbia, em El Salvador e naVenezuela.
Veja a nota do CPJ.
*Com informação do Centro Knight | Dean Graber| Jornalista.






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