
Em virtude dos inúmeros boatos a respeito do assalto do qual foi vítima no último dia 17, o advogado Luis Gaban, filho do deputado estadual Carlos Gaban, esclarece:
Estava viajando de carro, acompanhado pelo meu motorista e por um segurança, na estrada que liga Gandu à Nova Ibiá, onde participaria de mais uma reunião política, quando, por volta das 17h45, fui surpreendido por homens fortemente armados em dois carro e duas motos.
Os bandidos, em um Gol branco, fecharam minha caminhonete e nos obrigaram a descer do veículo, alegando serem da polícia. Fomos forçados a deitar no chão sob a mira de armas. Em seguida, nós três fomos obrigados a entrar no porta-malas da caminhonete e fomos levados a um lugar deserto na zona rural de Palmeiras.
Nesse local deserto e afastado da estrada, os bandidos perguntaram se a minha caminhonete tinha rastreador e seguro. Nesse momento, os “supostos” policiais se revelaram bandidos e anunciaram que apenas queriam roubar o veículo para fazer desmanche e que não iriam nos matar se nós colaborássemos. Não reagirmos em momento algum.
Fomos obrigados a descer um barranco e ficar no meio do mato até a fuga dos criminosos. Após um tempo de espera, fomos andando em direção a estrada para pedir socorro.
Após algumas tentativas para pegar carona, um carro da Coelba parou e nos deu socorro até Itamari. Assim que o celular deu sinal na estrada, pedi o aparelho emprestado ao funcionário da Coelba, liguei para minha família e relatei o assalto. Meu pai, o deputado estadual Carlos Gaban, imediatamente informou à Polícia Militar sobre o ocorrido.
Em Itamari, uma viatura me levou de volta ao local do assalto, para verificar se havia alguma pista ou algum dos nossos pertences abandonados pela estrada. Logo em seguida, a polícia nos deixou em Gandu, onde passamos a noite. Por volta das 22h, minha camionete foi localizada em Novo Horizonte, distrito de Ubatã. Os bandidos tentaram pôr fogo no veículo, mas só conseguiram incendiar os bancos dianteiros. O carro foi levado para o batalhão da Polícia Militar do município.
No dia seguinte, o carro foi trazido a Gandu e verificamos que haviam levado dinheiro, celulares e as armas do segurança, deixando para trás todos os nossos outros pertences, inclusive carteira com documentos, roupas, relógios, etc.
Agradeço a Deus que nada de grave tenha acontecido a mim e aos meus acompanhantes. Agradeço também aos coronéis Mascarenhas e Expedito e toda equipe da Polícia Militar, que, mesmo sem investimento por parte do governo, procuram desempenhar suas atividades da melhor forma possível.
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