Jaques Wagner concede entrevista a Rádio Metrópole e diz que ajudou a tornar Geddel ministro do Governo Lula

Jaques Wagner: Para ter um aliado no governo, ajudei a fazer Geddel, ministro do Presidente Lula. Foto: Manu Dias | AGECOM | JFH
Jaques Wagner: Para ter um aliado no governo, ajudei a fazer Geddel, ministro do Presidente Lula. Foto: Manu Dias | AGECOM | JFH

O governador Jaques Wagner esteve na manhã de hoje (23/04/2010), nos estúdio da rádio Metrópole em Salvador. A entrevista foi concedida ao apresentador Mário Kertész. Na primeira parte da entrevista, Wagner relembrou toda a construção necessária para chegar ao governo da Bahia e disse que buscou agregar ao seu projeto político o máximo de alianças. Optando pelos partidos de esquerda e centro-esquerda. E que quando ganhou o governo, prestigiou todos, inclusive os que não tinham eleito deputados.

“Para ter um aliado no governo, ajudei a fazer Geddel, ministro do Presidente Lula. Ontem estive com o presidente Michel Temer (Câmara Federal | PMDB/SP), e ele me disse: “sabe uma das coisas que mais me entristece na política atual, foi esse rompimento do PMDB baiano com você. Porque o PMDB nacional todo reconhece o seu papel quando articulador político do governo Lula, no intuito de aproximar o PMDB do governo do Presidente Lula””, explica Wagner

O governador Jaques Wagner comentou durante a entrevista que o governo Lula pouco conversava com o PMDB. “Insisti com o presidente Lula da necessidade do diálogo com o PMDB, face o tamanho de sua bancada no Congresso”. Ele declara que é candidato a reeleição porque acredita que hoje a Bahia é bem melhor que a que recebeu em 2007 e que no horário eleitoral tudo será mostrado, principalmente o que foi realizado em sua gestão nas áreas de: saúde, segurança, educação, gestão e geração de empregos.

Wagner posiciona-se contra a reeleição de cargos executivos devido à complexidade do processo eleitoral no Brasil e que o ideal seria um mandato de cinco ou seis anos e espera que o segundo mandato seja melhor do que o primeiro. Defende a busca de alianças com prefeitos, mesmo reconhecendo que em 2006 eles não foram definidores para sua vitória. Conforme explica, os teóricos da política acreditam que para cargos majoritários o povo ouve menos a liderança local, buscando analisar diretamente o perfil dos candidatos e o que eles propõem. Reafirma que busca somar forças ao seu projeto e que os que o procuram são sempre bem vindo.

Afirma que faz política com o pé no chão e que tem buscado um contato direto com o povo em sua viagens pela Bahia. “Eleição é eleição, gestão é gestão. Isto aprendi com o presidente Lula”. Declara que busca destinar ações para as reais necessidades do povo, independente do partido em que está o prefeito. Traz como exemplo a cidade de Feira de Santana, onde o prefeito é do DEM, e diz que o município tem recebido investimentos em saneamento básico, moradia, segurança, reforma do hospital Cleriston Andrade e construção do hospital da Criança.


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