A expansão de 38,9% na produção de veículos automotores nos dois primeiros meses do ano foi fundamental para que a indústria brasileira fechasse o primeiro bimestre com crescimento de 17,2% na comparação com igual período de 2009.
Influenciados pela redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros, estímulo concedido pelo governo para manter a produção e evitar demissões no setor, os veículos automotores, segundo o IBGE, deram “a principal contribuição positiva em 2010”.
O IPI reduzido para carros vigorou até ontem (31).
O crescimento do setor teve perfil generalizado influenciado pela expansão em 92% dos produtos pesquisados.
Contribuições positivas relevantes também vieram de máquinas e equipamentos (37,8%), outros produtos químicos (29,9%) e metalurgia básica(34,7%). Entre os três ramos em queda, destaca-se o de outros equipamentos de transportes (-16,7%).
Segundo o IBGE, entre as categorias de uso, o destaque ficou para bens de consumo duráveis (30,2%), bens intermediários (20,0%) e bens de capital (19,1%), enquanto a produção de bens de consumo semiduráveis e não duráveis (8,0%) cresceu abaixo da média.
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