O projeto Phoenix é uma iniciativa da associação de indústrias processadoras de cacau e prevê a recuperação da produtividade de 25 fazendas de cacau no sul da Bahia. Produtores, empresários e representantes do setor industrial reuniram-se em um café da manhã, na fazenda Paraíso, em Ilhéus, no Sul da Bahia para avaliar o projeto, que propõe um modelo de manejo que reuni várias práticas já utilizadas na região.
O projeto tem o objetivo de mostrar aos produtores que com um manejo adequado das plantações de cacau é possível aumentar a produtividade. Este conta com parceria do governo holandês e é desenvolvido pela associação das indústrias processadoras de cacau na região.
A falta de produtividade e a crise que assolou a região foi o motivo da preocupação da entidade, como afirmou a presidente da associação das indústrias processadoras de cacau Patrícia Moles “agente depende deste cacau para sobreviver. Fizemos um esforço para captar recursos junto ao governo da Holanda para demonstrar ao cacauicultor que existe uma forma de fazer o manejo que melhora a produtividade”.
O manejo não é experimental e vem sendo desenvolvido em projetos pilotos com outros produtores “nós pegamos os modelos de produção que vem dando certo na região. A realidade é que o projeto se propõe a validar esses métodos, não tem nada experimental”, afirmou engenheiro agrônomo Antônio Mário.
A área recebe um manejo integrado que vai desde a adubação, o adensamento e a clonagem dos cacaueiros, é importante ressaltar que o projeto preserva todo o agro sistema, procurando fazer uma agricultura sustentável e preservando as espécies nativas.
O projeto espera obter resultados positivos em apenas quatro anos, prazo final para a monitoração da área manejada, a partir daí, caberá aos proprietários fazerem a observação da plantação beneficiada. Em cada fazenda é feita uma recuperação de 5 hectares plantados com o cacau.
O proprietário da fazenda paraíso, uma das propriedades selecionadas pelo projeto, que tem duzentos e cinqüenta e quatro hectares, está satisfeito com os resultados apresentados em apenas um ano “eu fiquei entusiasmado porque eu vi a possibilidade dele servir de referência para as demais áreas da própria fazenda” concluiu João Edvaldo.
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