UNODOC defende cooperação contra crime na América do Sul

Agência da ONU e Polícia Federal promoveram seminário sobre o uso de escutas telefônicas contra redes criminosas; meta é aprimorar legislações e atuar de forma conjunta.

Os poderes públicos da América do Sul precisam se unir na repressão ao crime organizado. Os países devem agir de forma conjunta e mais ágil contra as redes que atuam na região.

A afirmação é do representante regional do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime para o Brasil e Cone Sul, Unodc, Bo Mathiasen. Em entrevista à Rádio ONU, de Brasília, ele avaliou o resultado do Seminário Internacional sobre Repressão ao Crime Organizado, que terminou nesta quinta-feira.

Cooperação

O evento foi organizado pelo Unodc e pela Polícia Federal. Segundo Bo Mathiassen, o tema principal foi o uso de escutas telefônicas em investigações e processos judicias.

O Brasil possui uma lei de interceptações, de 1996, que está em discussão no Congresso Nacional. O seminário debateu a adequação da legislação e também a cooperação, de acordo com ele.

“O crime organizado aqui na América do Sul se espalha por todos os países e eles precisam se unir para combater com eficácia e eficiência este crime organizado, que é um símbolo da globalização e do fato de que certos tipos de crime ficaram mais lucrativos e infelizmente mais interessantes para algumas pessoas”, disse.

Conclusões

O representante regional do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime afirmou que as conclusões do seminário serão reunidas num livro.

Sugestões e experiências de sucesso vão colaborar no aprimoramento das leis e no trabalho de profissonais da área, entre eles policiais e juízes

*Com informações da Rádio ONU


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