Nesta quinta-feira, dia (26/08/2010), o Hospital Estadual da Criança (HEC), em Feira de Santana, abre as portas com 80 leitos em funcionamento. A solenidade de inauguração será realizada às 15 horas, e contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A unidade fica ao lado do Hospital Clériston Andrade, na entrada da cidade, próximo da BR-324. Conta com sete pavimentos climatizados, que compõem os 16,2 mil metros quadrados de área construída.
A diretora técnica do HEC, Edilma Reis, afirmou que a capacidade de atendimento já foi estimada e será aumentada a cada ano. “Como todo serviço, o hospital ampliará os atendimentos de forma escalonada. São procedimentos de alta complexidade que precisam ser iniciados de forma gradativa.”
No final do primeiro ano serão 150 leitos. No segundo ano, o número passará para 280 leitos, sendo 40 de UTI e 30 de semiUTI.
Equipamentos – O hospital dispõe de equipamentos para realização de exames como endoscopia, tomografia computadorizada, ultrassonografia e radiografia. Entre as especialidades pediátricas serão oferecidas traumato-ortopedia, pneumologia, nefrologia, otorrinolaringologia, cirurgia geral, clínica geral e atendimento às urgências e emergências clínicas.
A partir do 13º mês de funcionamento, os pacientes contarão também com as especialidades de oncologia e cardiologia. Recém-nascidos e adolescentes de até 18 anos poderão receber atendimento no HEC. Além dos leitos, o hospital possui brinquedoteca, espaço para acompanhantes, salas e alojamentos destinados aos estudantes da área de saúde e um heliponto (única unidade do interior preparada para receber pacientes transportados em helicóptero).
A diretora Edilma Reis disse que haverá classificação de risco para priorizar os atendimentos. “O protocolo que classificará os riscos do paciente é muito importante e já está sendo utilizado em vários lugares do país, a exemplo de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Nossa intenção é dar segurança maior aos pacientes que chegam na emergência. A prioridade não será por ordem de chegada e sim por gravidade do caso. Uma criança tendo convulsão será atendida antes de um paciente com febre baixa.”
O número de atendimentos também deve aumentar no decorrer dos meses. A expectativa é de que no primeiro mês sejam realizados quatro mil atendimentos ambulatoriais. No segundo e no terceiro meses, devem ser atendidas oito mil e 13 mil pessoas no ambulatório, respectivamente.
A expectativa para o final do primeiro ano é de que tenham sido realizadas mais de oito mil internações e 48 mil consultas.
Estrutura para atendimento de casos mais complexos
O Hospital Estadual da Criança vai refletir nos atendimentos pediátricos feitos por outras unidades de Feira de Santana e região. O Hospital Inácia Pinto dos Santos, por exemplo, poderá se dedicar mais à área de maternidade.
“Estaremos preparados para atender os casos mais complexos. Uma simples febre deve ser atendida nas unidades de saúde mais próximas do paciente”, destacou o presidente do Instituto Sócrates Guanaes, André Guanaes.
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