Presidente do diretório municipal do PPS, em Salvador, é destituído do cargo por ter questionado a decisão do partido em apoiar o PSDB e o PMDB

Jornal Grande Bahia compromisso em informar.
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Foi destituído pela direção estadual do PPS da presidência do diretório municipal de Salvador o ex-vereador Virgílio Pacheco, juntamente com todos os outros integrantes. Ontem, Antonio Carlos Mota foi nomeado para presidir a Comissão Provisória do PPS da capital por até 90 dias.

Além de Mota, integram a nova direção Francisco Rebelo, como tesoureiro; Mara Rollo, como secretária geral; além de Miguel Kertzman, Elísio Brasileiro, Luiz Antônio Santos e Santos, Hans Schleier e Márcia de Oliveira. De acordo com Mota, o objetivo agora é focar nas eleições de José Serra (PSDB) e Geddel Vieira Lima (PMDB). “Depois vamos convocar um congresso extraordinário para elegermos a diretoria definitiva”, explica.

Apesar do afastamento da direção municipal, Pacheco ainda continua filiado ao partido e não pretende se calar diante do que julga ser uma injustiça. “Eles que estão sendo infiéis, apoiando Geddel”, sustenta. Entretanto, o ex-vereador vai responder ao Conselho de Ética da legenda, após ter questionado pública e juridicamente a decisão da legenda em apoiar o candidato peemedebista e o tucano. Ele pode, inclusive, ser expulso ou submetido a outras sanções previstas no estatuto da sigla


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