Assim definiu o presidente estadual, Jonas Paulo, as relações do PT baiano com o PT nacional. “Tocamos a mesma música de ouvido com os maestros Lula e Wagner”. A rigor, o presidente explicou as sequelas daqueles que não entenderam a estratégia da centralidade da disputa nacional “Pularam do barco e deram com os burros n’ água. O mundo vai parar para ver a eleição nacional e, não, deste ou daquele Estado. Quem pensa assim, no mínimo, possuem uma mentalidade tacanha e provinciana é não enxerga tamanha evidência. O PT entendeu isso e sacrificou candidaturas competitivas ao governo de Minas Gerais, Rio de Janeiro e parceiros históricos na Paraíba e Maranhão”, afirmou.
O presidente voltou a avaliar o cenário político baiano na disputa de 2010 “Na Bahia, os aliados nacionais não estão conosco porque não quiseram. Talvez, pensaram que o céu é perto, e agora, eles correm o risco de ficar sem governo, senado e dissonantes do projeto nacional”, avaliou.
Jonas Paulo comentou também a tese oposicionista dos dois palanques e elucidou. “Sempre disse que a tese dos dois palanques representa a antítese da estratégia nacional de polarização de projetos. A vida mostrou isso”, finalizou.
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