Produção Industrial da Bahia cresce 12,4% nos oito meses de 2010

Jornal Grande Bahia compromisso em informar
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No acumulado do ano até agosto, a taxa da produção industrial baiana registrou acréscimo de 12,4%, impulsionada pelos segmentos de refino de petróleo, produção de álcool (35,7%), metalurgia básica (16,0%), produtos químicos (3,5%) e alimentos e bebidas (7,2%). No acumulado nos últimos 12 meses, a expansão foi de e 9,8%, sendo o refino de petróleo (21,9%), produtos químicos (7,6%) e alimentos e bebidas (4,9%) os responsáveis pelo desempenho.

A informação consta da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan). No entanto, em agosto, a produção registrou queda de 1,7% ante o mês anterior. Na comparação do mesmo mês com igual período de 2009 houve alta de 4,4%.

As quedas mais acentuadas foram registradas nos setores de celulose (-6,5%), alimentos e bebidas (-4,4%), refino de petróleo e produção de álcool (-3,3%), metalurgia básica (-2,3%), minerais não-metálicos (-0,9%) e veículos automotores (-0,5%). Os setores que registraram desempenho positivo em agosto foram produtos químicos (5,3%) e borracha e plástico (0,6%). “O setor industrial baiano apresenta acomodação no nível de produção, mesmo assim apresenta-se cenário favorável para o setor”, avalia a economista da SEI, Carla do Nascimento.

Na comparação do mês de agosto com o igual período do ano anterior, a expansão (4,4%) representa a décima primeira taxa positiva consecutiva, em comparações anuais. No período, sete dos segmentos pesquisados registraram variações positivas, destacando-se metalurgia (14,8%), produtos químicos (3,9%) e refino de petróleo e produção de álcool (3,6%), em razão, respectivamente, ao aumento na produção de barra, perfil e vergalhões de cobre, sulfato de amônio e polietileno de alta densidade e de GLP e gasolina, detalha a economista. “A única contribuição negativa veio de celulose (-2,9%), por conta da redução na produção de papel não revestido e celulose”, explica Carla do Nascimento.


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