Denúncia feita pelo Vereador petista Gilmar Santiago, líder da Oposição na Câmara Municipal de Salvador, acusa a Prefeitura de ter assinado um contrato, a partir de “dispensa emergencial de licitação”, que implicará no desembolso de R$ 3,45 milhões mensais, durante seis meses, em favor da empresa Portal de Vigilância Integrada Ltda. O resumo do contrato, feito através da Secretaria de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag), foi publicado no Diário Oficial do Município que circulou no feriado do Dia de Finados.
O denunciante adiantou que na próxima sessão da Casa apresentará um “requerimento para que o secretário Reinaldo Saback venha prestar esclarecimentos, explicar por que contratou com dispensa de licitação e somente divulgou o procedimento em pleno feriado. Os vereadores têm que saber”, considerou.
Ele também chama a atenção para o fato de que a partir da criação da Guarda Municipal cairia o argumento de dispensa emergencial de licitação. O contrato firmado com a Portal é para execução de serviços de vigilância e segurança patrimonial em órgãos públicos como a própria Seplag, Transalvador, Sucom, Saltur e Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult).











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