O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) receberá mais uma edição do projeto Diálogos Contemporâneos, no próximo sábado (18/12/2010), às 16h, no Cinema do MAM. Desta vez, trazendo reflexões sobre a mostra Joseph Beuys – A revolução somos nós, que compõe a maior retrospectiva dedicada à obra do artista alemão, já exposta no Brasil.
Nesta edição, os fóruns de debates abordam as estratégias utilizadas pelo artista para difundir, através da arte, suas proposições políticas e filosóficas e, sobretudo, o processo transformativo da ação humana nos cenários político e cultural da contemporaneidade. O artista agrega às exposições e performances a ideia de escultura social – a transformação da sociedade como obra artística coletiva, para a qual todo homem está apto.
O projeto Diálogos Contemporâneos surgiu em março deste ano com o objetivo de realizar fóruns de debates no MAM sobre as exposições em cartaz. A iniciativa é coordenada por Luiz Fernando Machado, mestre em história – PUC-SP, Roberto Carlos Oliveira, historiador e mestrando em educação – Uneb e Claudio Carvalho, psicanalista e professor de história.
A atividade tem como público-alvo educadores e pessoas atentas às mudanças ocorridas na cultura da contemporaneidade e suas repercussões na educação, política e no cotidiano do homem do século XXI, visando reflexões e discussões sobre o papel dos sujeitos nas suas interfaces com o outro e a humanidade.
A revolução somos nós – Joseph BeuyJoseph Beuys – A revolução somos nós, é a maior retrospectiva já dedicada à obra do artista alemão, no Brasil, e fica em cartaz até o dia 13 de fevereiro. A mostra reúne 250 obras entre cartazes, múltiplos, vídeos, e tem curadoria da diretora do MAM-BA, Solange Farkas e do professor de arte contemporânea na Academia de Brera, em Milão, Antonio d’Avossa.
A exposição é acompanhada por uma intensa programação educativa destinada a públicos diversos com cursos e oficinas gratuitas, ministradas pelos artistas Ayrson Heráclito, Tuti Minervino, Dália Resenthal e pelo curador Fernando Oliva.
Joseph Beuys – A revolução somos nós surge com o intuito de revelar a diversidade de estratégias usadas pelo artista e para difundir suas proposições políticas e filosóficas. Suas obras sinalizam o compromisso político, a crença na transformação social como trabalho artístico e o aspecto ritualístico, resultado de um processo de produção marcado por intensas atividades políticas, nas quais Beuys estava inserido. O artista agrega às exposições e performances a ideia de escultura social – a transformação da sociedade como obra artística coletiva, para a qual todo homem está apto.
A exposição é uma realização do Sesc São Paulo e da Associação Cultural Vídeobrasil. Na capital paulista a mostra foi conferida por cerca de 30 mil pessoas, no Galpão Sesc Pompeia. Aqui na Bahia, as obras de Beuys serão exibidas no Casarão (térreo) do MAM-BA. De terça a domingo, das 13h às 19h; e aos sábados, das 13h às 21h.
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