O prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB), com o passar do tempo vem sofrendo sucessivos desgastes, o que tem provocado um maior isolamento político. O seu grupo, ou o que resta dele, sofreu mais um desfalque ontem (5), com a saída do aliado com o qual contava reverter o esfacelamento de sua base na Câmara Municipal de Salvador.
O vereador e ex-banqueiro do bicho Alfredo Mangueira (PMDB) renunciou à Casa Civil, um dia depois de ter sido nomeado para o cargo, ao perceber que assumiria uma secretaria esvaziada e que não teria “plenos poderes”, como havia combinado com o prefeito. “Não aceitaria ser uma rainha da Inglaterra”, desabafou Mangueira. Escolhido para fazer a interlocução entre Alfredo Mangueira e a Câmara Municipal, o vereador Téo Senna (PTC), também renunciou, ontem, ao cargo de líder do governo no Legislativo.
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