O prefeito de Salvador, João Henrique, tem praticado malabarismo e um hábil o contorcionista para fugir da inelegibilidade política. Ao assumir a Prefeitura de Salvador, em 2004, ele era filiado ao então PDT, compôs seu secretariado de forma a acomodar os 15 partidos que apoiaram sua eleição. Passados seis anos ingressa no PMDB, e através de mais uma manobra política realiza a sua quinta reforma do secretariado buscando com este novo artificio ter suas contas de 2009 aprovadas pelo legislativos de 2009, já reprovadas no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A contabilidade desses artifícios engendrados pelo prefeito nos últimos seis anos, resulta em que pelo menos 56 pessoas passaram por 16 secretarias municipais de Salvador – uma média de 3,5 titulares por pasta. Secretarias consideradas como estratégicas, a exemplo das secretarias municipais da Fazenda, Saúde e Educação, tiveram mais de quatro secretários cada uma. Com toda esta alternância e entra e sai de secretários quem realmente sai perdendo é a administração pública que acaba se transformando em um verdadeira Torre de Babel, onde todos falam e ninguém se entende.
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