Revista Time posiciona presidente Dilma Rousseff está entre as 100 pessoas mais influentes do mundo

Jornal Grande Bahia, compromisso em informar.
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A presidenta Dilma Rousseff foi eleita uma das 100 pessoas mais influentes do ano pela revista norte-americana Time ao lado de personalidades como artistas, políticos, pesquisadores e ativistas. O texto de apresentação sobre a presidenta Dilma foi escrito pela ex-presidenta do Chile e hoje diretora-executiva das Nações Unidas da Mulher, Michele Bachelet.

“Não é fácil ser a primeira mulher a governar o seu país. Além da honra que ela significa, ainda existem preconceitos e estereótipos de enfrentar”, destaca Bachelet em seu texto. A diretora-executiva das Nações Unidas disse que esse desafio de governar aumenta a partir do momento em que Dilma Rousseff tem a responsabilidade pela condução política e econômica de um país emergente.

Segundo Michele Bachelet, quando as sociedades começam “a ver a luz do desenvolvimento no final do túnel”, cria-se uma onda de otimismo e entusiasmo nos cidadãos. “Mas os desafios se tornam mais complexos e os cidadãos mais exigentes. É ainda mais difícil governar um país tão grande e globalmente relevante como o Brasil”, acrescentou a ex-presidenta do Chile.

Entre as 100 personalidades da lista estão a chanceler da Alemanha, Angela Merkel; o fundador do site Wikileaks, Julian Assange; o presidente e a primeira-dama dos Estados Unidos, Barack e Michelle Obama, e até o cantor adolescente Justin Bieber.

Veja abaixo a lista completa, em ordem alfabética

Ai Weiwei – artista plástico e líder opositor chinês
Amy Chua – escritora chinesa
Amy Poehler – atriz americana
Angela Merkel – premiê da Alemanha
Anwar al Awlaki – terrorista americano radicado no Iêmen
Arianna Huffington – fundadora do Huffington Post
Aruna Roy – ativista indiano
Aung San Suu Kyi – líder opositora do Mianmar
Ayman Mohyeldin – jornalista egípcio
Azim Premji – presidente da Wipro Technologies
Barack Obama – presidente dos Estados Unidos
Bineta Diop – ativista congolesa
Binyamin Netanyahu – primeiro-ministro de Israel
Blake Lively – atriz americana
Bruno Mars – cantor e escritor americano
Cecile Richards – advogada americana
Charles Chao – presidente do portal de internet chinês Sina.com
Cheng Yen – líder budista taiwanês
Chris Christie – governador de Nova Jersey (EUA)
Chris Colfer – ator americano
Colin Firth – ator britânico
Cory Booker – prefeito de Newark (EUA)
David Cameron – primeiro-ministro do Reino Unido
David e Charles Koch – proprietários da Koch Industries
David Petraeus – militar americano
Derrick Rossi – cientista americano
Dilma Rousseff – presidente do Brasil
El Général – rapper tunisiano
Esther Duflo – economista americana
Fathi Terbil – advogado líbio
Feisal Abdul Rauf – líder muçulmano americano
Felisa Wolfe-Simon – bióloga da NASA
Gabrielle Giffords – deputada americana
Geoffrey Canada – educador americano
George R.R. Martin – escritor americano
Grant Achatz – chef americano
Hassan Nasrallah – líder do Hizbollah
Heidi Murkoff – escritora americana
Hillary Clinton – secretária de Estado dos Estados Unidos
Hu Shuli – jornalista chinesa
Hung Huang – apresentadora de TV e empresária chinesa
Jamie Dimon – executivo-chefe do JPMorgan Chase
Jean-Claude Trichet – presidente do Banco Central Europeu
Jennifer Egan – escritora americana
Joe Biden – vice-presidente dos Estados Unidos
Joe Scarborough – apresentador de TV americano
John Boehner – porta-voz da Presidência dos EUA
John Lasseter – animador e diretor americano
Jonathan Franzen – novelista americano
Joseph Stiglitz – economista americano
Julian Assange – fundador do Wikileaks
Justin Bieber – cantor americano
Kathy Giusti – fundadora da ONG Multiple Myeloma Research Foundation
Katsunobu Sakurai – prefeito de Minami Soma (Japão)
Kim Clijsters – tenista belga
Kim Jong Un – filho do Kin Jong Il, ditador da Coreia do Norte
Lamido Sanusi – presidente do Banco Central da Nigéria
Larry Page – co-fundador do Google
Liang Guanglie – ministro da Defesa da China
Lionel Messi – jogador de futebol argentino
Lisa Jackson – chefe da agência ambiental dos Estados Unidos
Mahendra Singh Dhoni – capitão da seleção indiana de críquete
Margaret Woodward – militar americana
Maria Bashir – promotora afegã
Marine Le Pen – líder política francesa
Mark Wahlberg – ator e produtor americano
Mark Zuckerberg – fundador do Facebook
Matt Damon e Gary White – atores e diretores americanos
Matthew Weiner – produtor americano criador da série Mad Men
Mia Wasikowska – atriz australiana
Michele Bachmann – deputada americana
Michelle Obama – primeira-dama dos EUA
Michelle Rhee – educadora americana
Mukesh Ambani – empresário cinematográfico indiano
Muqtada al Sadr – líder religioso iraquiano
Nathan Wolfe – fundador da ONG Global Viral Forecasting Initiative
Nicolas Sarkozy – presidente da França
Oprah Winfrey – apresentadora de TV e empresária americana
Patti Smith – cantora americana
Paul Ryan – deputado americano
Peter Vesterbacka – desenvolvedor de games americano
Príncipe Willian e Kate Middleton – casal real britânico
Rain – ator sul-coreano
Ray Chambers – co-fundador da ONG Malaria No More
Rebecca Eaton – produtora de TV americana
Reed Hastings – CEO da Netflix
Rob Bell – pastor e escritor americano
Ron Bruder – advogado americano que atua no Oriente Médio
Saad Mohseni – empresário de mídia afegão
Saif al Islam Gaddafi – filho de Muammar Gaddafi, ditador da Líbia
Scott Rudin – produtor de cinema americano
Sergio Marchionne – CEO da Fiat
Sting – cantor e ativista britânico
Sue Savage-Rumbaugh – cientista americana
Takeshi Kanno – médico japonês
Tom Ford – estilista americano
V.S. Ramachandran – neurocientista indiano
Wael Ghonin – revolucionário egípcio
Xi Jinping – chefe do Partido Comunista da China

Dilma reclama da falta de velocidade na internet para ministro das Comunicações

O governo federal poderá investir R$ 1 bilhão por ano até 2014 na melhoria da infraestrutura para que o país tenha maiores velocidades de internet nos próximos anos. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, esteve reunido hoje (20/04/2011) com a presidenta Dilma Rousseff, e disse que levou “uma bronca” e recebeu orientações para que o país avance nesse setor.

“Ela [Dilma] quer de uma vez por todas dotar o Brasil de uma grande infraestrutura de comunicações. Temos que oferecer ao consumidor brasileiro a melhor internet possível hoje e nos preparar para nos próximos quatro anos dar um salto em direção a velocidades muito mais rápidas”.

A presidenta já tinha orientado que a velocidade mínima a ser oferecida pelo Programa Nacional de Banda Larga deveria ser de 1 megabit por segundo a R$ 35 por mês, acima dos 600 quilobits por segundo que estava sendo negociado com as empresas. Agora, além da popularização da banda larga, Dilma quer melhorar a infraestrutura de rede do país, com o apoio da Telebras e da iniciativa privada.

“Ela acha que banda larga popularizada é fundamental, mas isso não basta. Existe mercado no Brasil para fazer internet com velocidade muito mais rápida, e com investimento poderemos baratear muito”. Segundo o ministro, os investimentos serão preferencialmente privados, mas a presidenta autorizou investimentos públicos no setor.

Dilma diz que América do Sul é prioridade na política externa brasileira e afasta cenário de “discórdias e rivalidades”

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (20) que, no atual cenário político internacional, não há espaço para “discórdias e rivalidades”. Dilma se referiu especificamente à América do Sul, citada por ela como prioridade nas relações do Brasil com o mundo.

“Não há espaço para discórdias e rivalidades. Nós sabemos que os destinos da América do Sul e os nossos estão indelevelmente ligados”, disse ao participar da cerimônia de formatura de 109 diplomatas, no Ministério das Relações Exteriores.

A presidenta destacou, ainda, que a palavra que orienta as relações do Brasil com quaisquer países e entidades internacionais é uma só: a “reciprocidade”. Para Dilma, o Brasil alcançou um patamar internacional que o leva a ser tratado em uma relação de igualdade com qualquer governo. Essa disposição foi exposta pela presidenta nas reuniões com os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, em março em Brasília, e da China, Hu Jintao, na semana passada, em Pequim.

A presidenta ressaltou que o governo se esforça para ampliar cada vez mais as relações políticas e comerciais com os países da África, da Ásia e do Oriente Médio. “A América do Sul seguirá sendo a prioridade política externa do meu governo, sinalizei isso indo à Argentina [no final de janeiro de 2011]”, disse.

Dilma discursou na cerimônia de formatura dos novos diplomatas ao lado do vice-presidente Michel Temer, do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, do secretário-geral do Itamaraty, Ruy Nogueira, e do diretor do Instituto Rio Branco, Georges Lamazière.

Ela falou também sobre o desempenho econômico do Mercosul. Segundo ela, o grupo teve um crescimento econômico médio de 7,5%, em 2010 e houve uma série de avanços nas áreas política, econômica e social na parceria da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

Para Dilma, os esforços nas Américas devem se centralizar na reconstrução do Haiti, principalmente agora com a posso do presidente eleito, Michel Martelly. Ela disse que o político assume o governo proporcionando uma nova etapa na democracia local. “Mostra que a democracia e a solidariedade são armas poderosas para superar a pobreza. Daremos a este fórum a importância que ele merece”, disse.

A presidenta ressaltou ainda que a política externa inclui o apoio da comunidade brasileira que vive no exterior. “Devemos cuidar, acolher e atender a esses brasileiros que estão no exterior”, disse.

*Com informações da Agência Brasil.


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