Convênio EBDA/Seagri/Incra melhora a qualidade de vida de famílias assentadas

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Elaborar 264 Planos de Desenvolvimento para os Projetos de Assentamentos (PA’s) da reforma agrária, na Bahia, em 2011, é o compromisso da Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), através da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S.A. (EBDA), juntamente com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra)”, revela o coordenador de Assessoria Técnica Social e Ambiental (Ates) da EBDA, José Antônio Cunha.

Para alcançar esse desafio e melhorar a qualidade de vida dos agricultores familiares baianos, os técnicos de Ates da EBDA, que compõem os Núcleos Operacionais (NO’s), estão sendo capacitados, desde o início do mês de maio, por meio da Oficina de Plano de Desenvolvimento de Assentamento (PDA). Além de se tornarem aptos na elaboração do plano, serão multiplicadores dos conhecimentos adquiridos.

Desde segunda-feira (09/05/2011), até hoje (13/05), técnicos da região de Barreiras aprendem procedimentos metodológicos que permitem assegurar a elaboração de um diagnóstico socio-econômico e ambiental que indica as possibilidades e as limitações mais importantes do Projeto de Assentamento (PA), em busca do desenvolvimento local e sustentável.

O convênio EBDA/Seagri/Incra atua em 19 gerências regionais através de 49 Núcleos Operacionais. O Território da Cidadania Velho Chico é o próximo a ser contemplado com a Oficina, no município de Bom Jesus da Lapa, nos dias 16 a 20 de maio, com a participação do coordenador nacional de Ates, Cesar Aldrighi. Seabra, Senhor do Bonfim, Ilhéus, Alagoinhas e Vitória da Conquista também fazem parte da agenda de campo para a atividade de elaboração de planos até o mês de junho.

Segundo a consultora da EBDA/Incra, Ana Claudia Destefani, os planos de desenvolvimento serão peças técnicas para o licenciamento ambiental. “A meta do convênio é realizar um trabalho de planejamento e gestão do desenvolvimento das famílias assentadas. Através desse trabalho, abordamos o contexto social, econômico, político, cultural, histórico e ambiental”, afirma Destefani, que está ministrando a oficina junto com Catarina Camargo, da assessoria de planos e articuladores de Ates.

Conjugar os estudos técnicos e as convenções estabelecidas, pelas comunidades assentadas, para o planejamento do seu desenvolvimento é o objetivo do plano, que visa obter uma superação do atual estado de carência, e alcançar, de modo estável, um padrão de vida condizente com as reais necessidades humanas. “Este trabalho é pautado nos princípios da sustentabilidade e na mobilização das estruturas, existentes e futuras, de apoio ao desenvolvimento, tanto no aparato do Estado como no âmbito da sociedade”, assegura a técnica em desenvolvimento rural, do grupo gestor do convênio, Marilene Rocha.


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