Professor da UEFS Eraldo Medeiros fala sobre insetos comestíveis no Programa do Jô | Por Juarez Duarte Bomfim

Juarez Duarte Bomfim.
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O Brasil possui uma variedade de insetos que poderia ser explorada pela culinária alternativa e no combate à fome, afirma o professor doutor Eraldo Medeiros Costa Neto, do Departamento de Biologia da Universidade Estadual de Feira de Santana.

O professor doutor Eraldo Medeiros Costa Neto, do Departamento de Biologia da Universidade Estadual de Feira de Santana, é um dos entrevistados do Programa do Jô que vai ao ar na noite desta sexta-feira (20/05/2011) para sábado. O assunto tratado é a pesquisa divulgada na obra “Antropoentomofagia: insetos na alimentação humana”, publicada pela UEFS Editora.

O Brasil possui uma variedade de insetos que poderia ser explorada pela culinária alternativa e no combate à fome, não fosse a cultura existente que a desconhece e por isso rejeita os insetos como alimento. Segundo Eraldo Medeiros, insetos comestíveis são consumidos normalmente em outras culturas como em países da Ásia e da África, além de México e Austrália. “Eles são ricos em proteínas, lipídeos, potássio, sódio, zinco e fósforo, entre outros elementos importantes para a saúde humana”, afirma.

No Brasil e em especial no Nordeste, os insetos comestíveis são encontrados em abundância. Medeiros cita formigas, cupins, lagartos, grilos, gafanhotos, larva de besouro e até larvas de moscas. “O grande desafio é fazer com que a cultura do brasileiro aceite o consumo dos insetos na perspectiva de valorizar esses animais como fonte de proteína”, ressalta.


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