
O médico Tarcízio Pimenta, prefeito de Feira de Santana, em entrevista exclusiva a Carlos Augusto, diretor do Jornal Grande Bahia, explica que obras projetadas por sua administração somam R$ 45 milhões em investimento e que vão ser determinantes para o desenvolvimento do município nos próximos 20 anos.
Pimenta aborda questões relacionadas ao conjunto de obras projetadas por sua administração, que prevê: a construção de dois novos viadutos entre as avenidas Maria Quitéria e Presidente Dutra e Avenida Eduardo Froes da Motta e Rua Bartolomeu Gusmão; três passarelas nas Avenidas Presidente Dutra, José Falcão da Silva e Rua Olimpo Vital; e a extensão das Avenidas Noide Cerqueira, Francisco Fraga Maia e Ayrton Senna. O orçamento para construção dos equipamentos tem previsão de investimentos de R$ 45 milhões, provenientes de convênio a ser celebrado entre a Prefeitura de Feira de Santana e a Corporação Andina de Fomento (CAF).
Jornal Grande Bahia – Prefeito Tarcízio Pimenta, é o maior conjunto de obras de intervenção urbana na história de Feira de Santana?
Tarcízio Pimenta – Eu acredito que sim. Por que a gente mostrou ai, a Feira dos próximos de 20, 30 anos. Uma atitude, eu diria, corajosa do governo, e uma atitude que a gente está tomando em função do crescimento dessa cidade e da projeção dessa cidade.
A cidade merece. Ela merece um destino de crescimento e evolução. E isso irá acontecer, a cidade vai sendo projetada, com fé em Deus a gente vai ter esse município crescendo se desenvolvendo.
JGB – O senhor falou em investimentos da ordem de 45 milhões. Como o senhor pretende alavancar esses recursos?
Tarcízio Pimenta – Correndo atrás das instituições, que com certeza, vão credibilizar Feira à condição de fazer esses grandes projetos. A cidade precisa. Novo shopping esta chegando, e existe a perspectiva de um terceiro shopping. Umas séries de investimentos privados estão sendo planejados para Feira de Santana, a exemplo de um grande hospital.
Com certeza, vai ser anunciado nos próximos dias uma grande Unidade Hospitalar da rede privada. Algo parecido com os grandes hospitais da capital. Então, a cidade vai crescendo, e quem age contra isso, infelizmente vai continuar parado no tempo.
JGB – O senhor acredita que vai poder lançar os primeiros editais com relação a essas obras, esses projetos que o senhor lançou hoje em quanto tempo?
Tarcízio Pimenta – Olha! Nós vamos trabalhar agora. A gente tem que tirar o pé do chão, levantar da cadeira e correr atrás. É isso que iremos fazer.







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