Taxa de desemprego é a menor para meses de junho desde 2002 e índice que reajusta aluguéis tem deflação de 0,21% na segunda prévia de julho

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Taxa de desemprego é a menor para meses de junho desde 2002, mostra IBGE

A taxa de desemprego chegou a 6,2% em junho e é a menor para o mês desde o início da série histórica da pesquisa, em 2002, informou hoje (19/07/2011) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Calculado para as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, de Recife, do Rio de Janeiro, de Salvador, de São Paulo e de Porto Alegre, o indicador caiu 0,2 ponto percentual em relação a maio (6,4%) de 2011 e 0,8 ponto percentual na comparação com junho (7%) de 2010.

Em números absolutos, a população desocupada representou 1,5 milhão de pessoas em junho deste ano, 172 mil a menos do que no mesmo período de 2010 – uma queda de 10,4%. A população ocupada não mudou muito em relação à taxa de maio deste ano e ficou em 22,4 milhões.

De acordo com o IBGE, o número de pessoas com carteira assinada no setor privado foi 10,8 milhões em junho, taxa considerada estável. Na comparação com a de igual período do ano passado, houve um aumento de 6,2%, o que significa a criação de 634 mil postos de trabalho formal.

O rendimento médio do trabalhador brasileiro ficou em R$ 1.578,50, refletindo aumento de 0,5% em relação a maio deste ano e de 4% ante o valor apurado em junho de 2010.

Índice que reajusta aluguéis tem deflação de 0,21% na segunda prévia de julho

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como referência para reajustes em contratos de aluguel, caiu 0,21% na segunda prévia de julho. O resultado é o mesmo observado um mês antes. De acordo com dados divulgados hoje (19) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no ano, o indicador acumula alta de 2,92%. No período dos últimos 12 meses, a elevação acumulada chega a 8,25%.

Entre os componentes do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve queda de 0,38%. O resultado, no entanto, ficou acima do registrado no mesmo período do mês anterior (-0,54%). O aumento na taxa foi influenciado pelos alimentos in natura (de -3,42% para 0,67%) e materiais e componentes para a manufatura (de -0,95% para 0,20%). Por outro lado, caíram ou intensificaram a queda os seguintes itens: minério de ferro (de 8,75% para -1,45%), soja em grão (de 2,73% para -2,44%) e café em grão (de -1,86% para -4,66%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também apresentou acréscimo em sua taxa de variação, ao passar de –0,15% para –0,11%. O movimento foi puxado pelos transportes (de -1,33% para -0,02%), influenciados por álcool combustível (de -16,43% para 2,80%) e gasolina (de -3,37% para -0,73%).

Em sentido oposto, apresentaram redução os grupos educação, leitura e recreação (de 0,42% para -0,01%), vestuário (de 0,63% para 0,37%), habitação (de 0,42% para 0,26%), saúde e cuidados pessoais (de 0,58% para 0,41%), despesas diversas (de 0,16% para 0,04%) e alimentação (de -0,81% para -0,85%).

Último componente do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) foi o único a registrar decréscimo em sua taxa entre os dois levantamentos, tendo passado de 1,82% para 0,63%. Ficaram menores as taxas de materiais, equipamentos e serviços (de 0,46% para 0,36%) e a do custo da mão de obra (de 3,22% para 0,90%).

Para calcular a segunda prévia do IGP-M de julho, foram coletados preços entre os dias 21 de junho e 10 de julho.

*Com informações da Agência Brasil.


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