O advogado Thiago Machado defende o secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, diz que não existem motivos para manter a prisão do acusado. “Contestamos a decisão judicial que ordenou a prisão, que se baseou apenas em presunções que não se confirmaram. Para se ordenar a prisão é preciso fatos concretos, e não apenas presunções”, explica o advogado em matéria divulgada na Folha Online.
Thiago Machado ingressa em Brasília com um habeas corpus no TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, instância superior à vara federal no Amapá. Em defesa do cliente, ele argumenta que não há o suposto risco de eliminação de provas, uma vez que a PF apreendeu documentos durante a operação.
A defesa não teve acesso à integra do processo e, por isso, não sabem a extensão das acusações. “Nossa orientação é que eles só falem em juízo e exerçam o direito de ficar em silêncio no depoimento à Polícia Federal, já que não tivemos acesso ao processo e não sabemos do que são acusados”, explica Machado.
Além de Colbert Martins da Silva Filho, Thiago Machado advoga para Frederico Silva da Costa, secretário executivo do Ministério do Turismo, o segundo no comando da pasta.







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