Deputado Carlos Geilson: Segurança Pública não é prioridade do governo Jaques Wagner

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Segurança Pública não é prioridade do governo Jaques Wagner. E a maior prova disso é o sucateamento das estruturas, armas e equipamentos que deveriam dar segurança ao cidadão, como ocorre com os rabecões do Departamento de Polícia Técnica (DPT). O órgão de Santo Amaro da Purificação que está com o rabecão quebrado há cerca de 30 dias. Segundo informações, o defeito seria sanado com a troca de um rolamento, avaliado em R$150. “O problema que é de Santo Amaro também afeta o trabalho do DPT de Feira de Santana, uma vez que a unidade se vê obrigada a cobrir a área daquele município, somando mais 14 cidades. Ocorre que Feira possui apenas dois rabecões e um deles está quebrado há meses. O DPT de Feira de Santana é responsável pelo levantamento cadavérico em mais de 40 municípios”, denunciou o deputado Carlos Geilson (PTN).

De acordo com o parlamentar, essa é a forma como o governo Jaques Wagner trata a Segurança Pública. A situação do DPT é também uma questão de Segurança Pública e de respeito ao cidadão. Diante dessa grande cobertura do DPT de Feira, cadáveres ficam expostos por horas, no aguardo do levantamento cadavérico em Feira e na região. Na Bahia já existe uma disputa para verificar qual é o final de semana mais violento e, mesmo com a mudança sucessiva de secretário – o Estado contabiliza o terceiro secretário à frente da pasta – a situação da violência não foi revertida. Isso porque a Bahia não tem política de Segurança Pública para impedir a atuação do crime organizado e da criminalidade”, enfatizou.

O deputado, entretanto, afirmou que vai votar com o governo no programa que institui o programa Pacto pela Vida. O projeto tem por finalidade instituir o Sistema de Defesa Social, responsável pela elaboração da Política Pública de Defesa Social, bem como o Programa Pacto pela Vida, visando à promoção da paz social no Estado da Bahia. O Sistema de Defesa Social consiste na materialização de uma articulação institucional entre os Três Poderes do Estado, além do Ministério Público Estadual e da Defensoria Pública do Estado. “Trata-se, portanto, de uma ação de Estado, unindo todas as instâncias de poder, e também a sociedade baiana, em torno da convicção de que os problemas da violência e criminalidade são comuns a todos, e que a responsabilidade pelo seu enfrentamento deve ser compartilhada, o que exige a coordenação de muitos e variados esforços”, segundo a mensagem do governador.

“Essa é uma prova de que não fazemos oposição radical”, afirmou Carlos Geilson. “Quando o projeto é bom para a sociedade, é bom para os baianos, nós somos favoráveis. Essa é uma tentativa de se acertar e nossa posição favorável mostra que não fazemos a oposição raivosa e sistemática do passado, mas atuamos com uma posição consciente no presente”, concluiu o parlamentar, em sessão das comissões conjuntas reunidas hoje de manhã para avaliar o projeto Pacto pela Vida.


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