Secretário-geral da Organização Marítima Internacional, OMI, afirmou que não se deve especular ou pré-julgar; e observou que no ano do centenário do naufrágio do Titanic, os riscos da navegação ainda são lembrados
A Organização Marítima Internacional, OMI, pediu uma investigação completa sobre o naufrágio do cruzeiro Costa Concordia, na Toscana, na Itália, na sexta-feira.
Segundo agências de notícias, pelo menos seis pessoas morreram e dezenas estão desaparecidas. O cruzeiro virou na ilha de Giglio, na hora do jantar, e segundo testemunhas, começou a afundar rapidamente.
A embarcação levava mais de 4 mil pessoas incluindo passageiros e tripulação. De acordo com o Itamaraty, havia 53 brasileiros no cruzeiro e todos passam bem.
Em nota, o secretário-geral da OMI, Koji Sekimizu, disse que não é hora de “especulação e pré-julgamento”. Ele deu pêsames às famílias das vitimas. E afirmou que no centenário do naufrágio do Titanic, o mundo ainda é lembrado dos riscos envolvidos com a navegação.
O chefe da agência da ONU elogiou a Guarda Costeira da Itália pelas operações de resgate, a mobilização rápida de barcos e salva-vidas, assim como o envio de uma equipe de mergulhadores para socorrer as vítimas. Sekimizu disse que a ação resultou no resgate com o maior número de pessoas da história da Guarda.
A OMI está esperando o resultado da investigação do acidente. E disse que a agência não irá encarar o naufrágio de forma natural. Segundo Sekimizu, é preciso aprender as lições, e se necessário, reexaminar o regulamento de segurança dos passageiros.
*Com informações: Rádio ONU
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