Fábio Souto critica desindustrialização do Brasil. Deputado pede redução de impostos e incentivos para o setor

O deputado federal Fábio Souto (DEM/BA) cobrou atuação imediata do governo federal para proteger a indústria nacional e fazer a economia brasileira voltar a crescer.
O deputado federal Fábio Souto (DEM/BA) cobrou atuação imediata do governo federal para proteger a indústria nacional e fazer a economia brasileira voltar a crescer.
O deputado federal Fábio Souto (DEM/BA) cobrou atuação imediata do governo federal para proteger a indústria nacional e fazer a economia brasileira voltar a crescer.
O deputado federal Fábio Souto (DEM/BA) cobrou atuação imediata do governo federal para proteger a indústria nacional e fazer a economia brasileira voltar a crescer.

O deputado federal Fábio Souto (DEM/BA) cobrou atuação imediata do governo federal para proteger a indústria nacional e fazer a economia brasileira voltar a crescer. Insatisfeito com o avanço insignificante da produção industrial no Brasil em 2011 (apenas 0,3%), o parlamentar alertou para a necessidade de investimentos urgentes no setor. Segundo ele, duas ações são essenciais no momento: maior rigidez no controle do câmbio, para valorizar a produção interna e combater a importação demasiada, e a redução dos custos da produção, com corte da carga tributária e dos encargos trabalhistas.

“A indústria brasileira precisa ser protegida. O esforço dos empresários e os empregos de milhares de trabalhadores precisam ser valorizados. O empobrecimento da produção nacional prejudica a todos. Precisa haver dinamismo na indústria. O governo federal precisa voltar a investir nesse setor para gerar empregos, gerar renda e gerar, principalmente, crescimento para o Brasil como nação”, enfatizou Souto. Ele afirmou que as principais dificuldades são a elevada carga tributária, as amarras da legislação trabalhista que encarecem a mão de obra e a falta de infraestrutura e de logística no país.

Em 2011, a indústria brasileira cresceu 0,3%. Alguns segmentos importantes, porém, apresentaram desempenho negativo, como o têxtil, o de calçados e artigos de couro, o de eletrodomésticos e também o fabricante de carros de passeio. “O governo parece querer frear a esperança dos brasileiros. Por falta de competência, com certeza. O Brasil estima papel de destaque nos grupos com nações europeias, os ascendentes asiáticos e os sempre ricos norte-americanos, mas não sabe ser protagonista nem mesmo dentro da América do Sul, dentro do próprio Brasil. O consumo no país cresce a passos largos, mas a produção industrial está com o freio de mão puxado”, criticou.

 


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