Fábio Souto: “A obra dobrou de preço em cinco anos e ainda está muito longe de ser finalizada. A população precisa ficar atenta quanto a esse desrespeito."
Fábio Souto: “A obra dobrou de preço em cinco anos e ainda está muito longe de ser finalizada. A população precisa ficar atenta quanto a esse desrespeito."
As obras de transposição do Rio São Francisco avançam cada vez menos e estão cada vez mais caras. A demora na evolução do empreendimento deflagra má gestão e mau uso do dinheiro público aplicado. Essa é a avaliação do deputado Fábio Souto (DEM/BA) após analisar dados que o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, apresentou em audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira da Câmara, nessa terça-feira, 22 de maio.
“A obra dobrou de preço em cinco anos e ainda está muito longe de ser finalizada. A população precisa ficar atenta quanto a esse desrespeito. Não existe planejamento nem competência na execução. O mínimo que podemos esperar, já que foi iniciada, é que ela seja bem gerida e concluída o mais rápido possível”, enfatizou Souto. Contrário ao empreendimento, o deputado quer mais transparência e agilidade na transposição do Rio São Francisco.
Segundo dados atuais do Governo Federal, a obra deve ser concluída até o segundo semestre de 2015 e vai custar R$ 8,2 bilhões, quase o dobro da estimativa inicial de 2007, de R$ 4,8 bilhões. Até agora, pouco mais de 36% do empreendimento está finalizado e quatro dos 16 lotes de obras estão paralisados.
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, com área de concentração em Cultura, Desigualdades e Desenvolvimento, pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). É Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e ex-aluno especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, sendo filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ – Registro nº 14.405), à Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ – Registro nº 4.518) e à Associação Bahiana de Imprensa (ABI-BA). É diretor e editor do Jornal Grande Bahia (JGB). Integra a Maçonaria regular, exercendo o cargo de Mestre Instalado da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Maçônica ∴ Harmonia, Luz e Sigilo, nº 46.
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