De acordo com Mendonça Filho, o Congresso Nacional tem o dever de repudiar publicamente o desrespeito aos direitos humanos praticados pelo governo sírio. A moção será encaminhada à Embaixada da Síria em Brasília pela Câmara.
De acordo com Mendonça Filho, o Congresso Nacional tem o dever de repudiar publicamente o desrespeito aos direitos humanos praticados pelo governo sírio. A moção será encaminhada à Embaixada da Síria em Brasília pela Câmara.
Uma moção de repúdio ao governo sírio pela repressão aos opositores do regime político do presidente Bashar Al Assad foi aprovada, simbolicamente, na tarde de hoje pelo plenário da Câmara dos Deputados. De autoria do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), a moção fala dos massacres recentes em vilarejos da Síria.
De acordo com Mendonça Filho, o Congresso Nacional tem o dever de repudiar publicamente o desrespeito aos direitos humanos praticados pelo governo sírio. A moção será encaminhada à Embaixada da Síria em Brasília pela Câmara.
“A moção é para repudiar publicamente os atos praticados pelo governo da Síria, tendo em vista o grande número de mortos e o desrespeito aos direitos humanos, de livre manifestação e de livre escolha política, os quais devem ser preservados e assegurados ao povo sírio”, justificou Mendonça Filho.
De acordo com o deputado, no dia 25 de maio uma milícia leal ao ditador Al Assad
entrou em um vilarejo em Houla, onde um protesto contra o governo acabara de ocorrer, e executou 108 pessoas, incluindo 34 mulheres e 49 crianças.
O presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), pediu explicações à liderança do governo sobre a posição do governo diante da aprovação da moção pela Câmara.
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, com área de concentração em Cultura, Desigualdades e Desenvolvimento, pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). É Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e ex-aluno especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, sendo filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ – Registro nº 14.405), à Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ – Registro nº 4.518) e à Associação Bahiana de Imprensa (ABI-BA). É diretor e editor do Jornal Grande Bahia (JGB). Integra a Maçonaria regular, exercendo o cargo de Mestre Instalado da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Maçônica ∴ Harmonia, Luz e Sigilo, nº 46.
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