
Existe ainda, em Feira de Santana, grande dificuldade na população quanto ao entendimento sobre as atribuições do vereador. A constatação é do vereador Alcione Cedraz.
Um dos mais experientes da atual legislatura, com quatro mandatos e passagem pela presidência da Casa por dois anos, Alcione considera a incompreensão sobre o real papel do vereador um dos problemas mais graves enfrentados pelos legisladores.
“Sem o conhecimento de nossas limitações, enquanto integrantes do Poder Legislativo a comunidade faz cobranças de coisas que não estão na nossa alçada e, muitas vezes, essa incompreensão causa sérios transtornos ao vereador”, diz ele.
Vereador não é executor de obras, assinala Alcione, mas fiscalizador e cobrador das ações. “Quem executa é o governo municipal”, observa.
Atual 2º secretário da Mesa Diretora, Alcione, que compõe a Mesa Diretiva da Câmara, defendeu o aumento do número de vereadores na Casa na próxima legislatura, pelo menos para 21 vagas.
Pela população do Município, superior a 550 mil habitantes, Feira de Santana poderia elevar a quantidade de vereadores de 21 para 25, mas prevaleceu a decisão de manter o número atual.
De acordo com o vereador, a verba do duodécimo seria a mesma, ou seja, não haveria aumento de recursos públicos, caso fossem ampliadas as vagas nas próximas eleições. Por outro lado, acredita, a população teria uma maior representatividade.
“Sou favorável a que a Câmara seja representada por 23 vereadores; isto a tornaria mais forte junto aos munícipes”, declarou.











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