Os bancários de todo o país entraram de greve por tempo indeterminado. Eles querem reajuste de 10,25% dos salários, mas a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), braço sindical dos banqueiros, ofereceu só 6%, que cobrem apenas a inflação dos últimos 12 meses, com sobra de 0,58% de ganho real.
Os bancários de todo o país entraram de greve por tempo indeterminado. Eles querem reajuste de 10,25% dos salários, mas a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), braço sindical dos banqueiros, ofereceu só 6%, que cobrem apenas a inflação dos últimos 12 meses, com sobra de 0,58% de ganho real.
A greve dos bancários entra hoje (19/09/2012) no segundo dia, sem data para terminar. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) informou que 5.132 agências e centros administrativos nos 26 estados e no Distrito Federal foram fechados no primeiro dia.
O Procon de São Paulo (Procon-SP) alertou que o consumidor deve pagar faturas, contas, boletos bancários ou outros tipos de cobrança. Com as agências bancárias fechadas, clientes podem usar os terminais de autoatendimento, que continuam funcionando.
Outra orientação é que o consumidor entre em contato com as empresas para solicitar outras opções de pagamento. O pedido deve ser documentado, seja por e-mail ou número de protocolo de atendimento, para o caso de posterior reclamação. Caso o consumidor se sinta prejudicado pela greve dos bancários, pode fazer uma reclamação no Procon de seu estado.
Os bancários reivindicam reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%), piso salarial de R$ 2.416,38 (atualmente é R$ 1,4 mil), participação nos lucros e resultados e outros benefícios.
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, com área de concentração em Cultura, Desigualdades e Desenvolvimento, pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). É Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e ex-aluno especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, sendo filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ – Registro nº 14.405), à Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ – Registro nº 4.518) e à Associação Bahiana de Imprensa (ABI-BA). É diretor e editor do Jornal Grande Bahia (JGB). Integra a Maçonaria regular, exercendo o cargo de Mestre Instalado da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Maçônica ∴ Harmonia, Luz e Sigilo, nº 46.
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