Visando incentivar a comercialização da produção de agricultores familiares que vivem em bairros periféricos de Salvador e região metropolitana, a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), promove, a partir da próxima terça-feira (20/11/2012), na sede da instituição, localizada na Av. Dorival Caymmi, em Itapuã, uma feira verde com produtos orgânicos provenientes de hortas urbanas.
Na feira poderão ser encontradas hortaliças como alface, couve, coentro e cebolinha. Também serão comercializados bolos, biscoitos, mingaus, doces e geleias produzidos em agroindustriais montadas pela EBDA, em associações comunitárias de bairros soteropolitanos.
O evento é uma extensão do Programa de Agricultura Urbana e Periurbana, da EBDA, que visa contribuir com o desenvolvimento social local, e realiza ações específicas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para quem vive nas cidades. Quem participa do programa também recebe capacitações destinadas ao processamento de alimentos, educação ambiental, cultivo de plantas medicinais e afro-religiosas, além de aprender a implantar pequenos empreendimentos comunitários para processamento de alimentos como biscoitos e geleias.
Segundo o presidente da empresa, Elionaldo de Faro Teles, a EBDA é comprometida com a inclusão social, com o respeito à cidadania e a melhoria da qualidade de vida da população mais vulnerável. “Será uma honra receber, aqui na sede da empresa, os agricultores e seus produtos. Queremos que eles entendam que a EBDA é a casa do agricultor familiar baiano, e estaremos sempre disponíveis para contribuir com o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida de cada família que vive da agricultura”, disse Teles.
A iniciativa integra atividades de produção, beneficiamento e comercialização de produtos agroalimentares, incentivando agricultores de bairros como Curralinho, Alto de Coutos e Fazenda Coutos. A ação acontecerá, semanalmente, sempre às terças-feiras, a partir das 8h.
“Buscamos novas maneiras de agregar valor, gerar renda e oportunidades de trabalho para essas pessoas que integram o programa. A disponibilização dos produtos para comercialização em ponto fixo, é mais uma opção na geração de renda para a melhoria das condições de vida das populações beneficiadas”, disse a coordenadora do Programa de Agricutura Urbana, Janete Seabra.
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