
O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, baixou decreto reduzindo o salário de R$ 25 mil por mês para pouco mais de R$ 20 mil. Os secretários municipais passaram a ganhar, cada um, R$ 16 mil por mês. Somado os salários dos 21 secretários, mais os salários do prefeito e do vice-prefeito, os cofres municipais pagam à apenas 23 homens, em um ano, R$ 4,4 milhões em salários.
Caso os salários milionários fossem reduzidos em 50%, em um ano a prefeitura poderia construir uma escola de médio porte, com orçamento de R$ 2,2 milhões. Também poderia investir em um ginásio de esportes, ou, fazer dez quadras poliesportivas. Ao final de quatro anos, o resultado poderia ser quadruplicado.
Mas, o resultado será quadruplicado no bolso no seleto time de secretários, do vice e do próprio prefeito. É vendo como o governo gasta os recursos municipais que se percebe a importância que dá às questões sociais.
Para completar o quadro, o secretário Jailton Batista, que toma posse amanhã (15/01/2013) na Cultura, vai receber o salário integral, ou vai receber proporcional aos dias que faltam para completar o mês?
A quem afirme que o secretário, que é um bem sucedido homem de negócios, aceita o cargo como uma missão. Poderia fazer um gesto de boa vontade e começar doando o salário à própria pasta da cultura. Mas, pensar que isto vai ocorrer é como acreditar em conto de fadas.
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