
Autoridades evangélicas de Feira de Santana se reuniram com prepostos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, na Casa da Cidadania, na tarde da terça-feira (15/01/2013), para tratarem da poluição sonora provocada por algumas igrejas durante seus cultos.
Carlos Alberto Costa da Rocha (Frei Cal), assessor especial do secretario da Secretaria de Meio Ambiente, afirmou que a referida reunião foi bastante proveitosa, porque, segundo ele, houve um entendimento acerca das causas, conseqüências e possíveis soluções para o problema.
A poluição sonora é responsável por reações generalizadas de estresse e aumento do ritmo cardíaco. É capaz de provocar aborto, impotência sexual, de interromper a digestão e causar dores de estômago, náuseas, dores de cabeça, irritabilidade, ansiedade, nervosismo, insônia, perturbações auditivas graves, fadiga, redução de produtividade, aumento do número de acidentes, de consultas médicas e do absentismo. Os estudiosos também afirmam que nos locais de muito ruído é mais acentuada a presença de ratos e baratas.
Frei Cal disse que para garantir o sossego público, a Prefeitura de Feira de Santana, através da Secretaria de Meio Ambiente, vai intensificar o combate à poluição sonora, com campanhas educativas e fiscalização. “O ruído excessivo provocado por bares, som automotivo, casas de shows e cultos religiosos são alvos de constantes queixas no município”, salientou.
As ações serão realizadas em parcerias com a Secretaria de Prevenção à Violência e Promoção dos Direitos Humanos, Secretaria de Transportes e Trânsito e Guarda Civil Municipal, com o apoio do Ministério Público e Polícia Militar.
Entre os participantes da reunião estavam Justiniano França, presidente do Legislativo feirense; Jorge Oliveira, diretor da Câmara; vereadores da bancada evangélica da Casa da Cidadania; Roberto Tourinho, secretário de Meio Ambiente; Frei Cal; o bispo Roque Hudson e Rui Rocha, presidente da Associação dos Ministros Evangélicos de Feira de Santana (AME).








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