Presidenta Dilma Rousseff anuncia programa para recompor rebanho de produtores atingidos pela seca

Dilma Rousseff: “É um programa de retomada para quando a seca passar, porque não basta chover. A gente vai ter que recuperar o rebanho. O governo federal está atento a isso. Só não posso recuperar o rebanho quando ainda tem seca, se não vai morrer outra vez. Mas eu quero assegurar ao agricultor, ao pequeno proprietário, àquele que teve sua cabrinha morta, o seu bodinho, o seu boizinho, que o governo federal vai recompor isto”
Dilma Rousseff: “É um programa de retomada para quando a seca passar, porque não basta chover. A gente vai ter que recuperar o rebanho. O governo federal está atento a isso. Só não posso recuperar o rebanho quando ainda tem seca, se não vai morrer outra vez. Mas eu quero assegurar ao agricultor, ao pequeno proprietário, àquele que teve sua cabrinha morta, o seu bodinho, o seu boizinho, que o governo federal vai recompor isto”

A presidenta Dilma Rousseff afirmou ontem (12/03/2013), em Água Branca (AL), que o governo federal está formulando um programa para recompor as perdas de pequenos produtores rurais causadas pela estiagem no Nordeste e preparar a região para enfrentar as próximas secas. Dilma garantiu que, depois que a estiagem passar, o governo vai recompor as perdas de rebanho sofridas por pequenos produtores rurais.

A presidenta disse que o programa de distribuição de sementes selecionadas pela Embrapa, que já tinha sido iniciado quando a seca se intensificou, será retomado após a seca. Os pequenos produtores também serão estimulados a armazenar alimentos para suas criações, com um programa para construção de silos.

“Nós vamos ser capazes de enfrentar a seca aqui no Nordeste garantindo as mesmas oportunidades que tem no Sul e no Sudeste na área da educação universitária, formação técnica e educacional e tudo o que é mais moderno na área de agricultura”, disse Dilma em visita para conhecer os dois primeiros trechos do Canal do Sertão Alagoano, considerada a maior obra de infraestrutura hídrica do estado.

De acordo com o governo, mais de 1 milhão de pessoas serão beneficiadas pela obra, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Já foram investidos R$ 1 bilhão no canal, que leva água do Rio São Francisco para consumo humano e animal, e para agricultura aos municípios de Delmiro Gouveia, Pariconha e Água Branca. O projeto prevê que, quando a obra estiver pronta, 42 cidades serão beneficiadas. A primeira etapa já tem 65 quilômetros concluídos. O canal, localizado a 304 quilômetros de Maceió, terá 250 quilômetros de extensão, divididos em sete trechos.

Dilma Rousseff : “Quero assegurar que o Brasil vai crescer, mas não vai crescer porque achamos bonito falar que o PIB [Produto Interno Bruto] cresceu. Vai crescer porque é essencial para a melhoria de vida de cada brasileiro, sobretudo para assegurar que os jovens e as crianças desse país tenham um futuro e um presente melhor que o nosso”
Dilma Rousseff : “Quero assegurar que o Brasil vai crescer, mas não vai crescer porque achamos bonito falar que o PIB [Produto Interno Bruto] cresceu. Vai crescer porque é essencial para a melhoria de vida de cada brasileiro, sobretudo para assegurar que os jovens e as crianças desse país tenham um futuro e um presente melhor que o nosso”

Dilma diz que PIB vai crescer porque é essencial para melhorar vida de brasileiro

A presidenta Dilma Rousseff disse ontem (12/03/2013) que a economia brasileira vai crescer e que isso é essencial para a melhoria de vida da população. No sertão alagoano, Dilma disse que, para que o país cresça, o governo está tomando uma série de medidas para melhorar as condições de produção. Segundo a presidenta, a economia brasileira é forte e “nada contra a corrente internacional”, com a menor taxa de desemprego de sua história.

Segundo ela, no entanto, o governo e a população precisam querer mais e, nesse sentido, foram tomadas as medidas de diminuição das taxas de juros e redução de impostos.

“Por isso anunciei na sexta-feira (8) a redução de todos os impostos da cesta básica, porque diminui a inflação e melhora a renda de todo brasileiro. Desoneramos a parte mais custosa, que foi a carne, porque achamos que a cesta básica do brasileiro tem que ter carne. Achamos que essa cesta básica é crucial, porque quanto mais barata ela for, melhor para o Brasil”, disse a presidenta.

Em Água Branca (AL), a 304 quilômetros de Maceió, Dilma disse que o país tem uma capacidade de resistência que o diferencia dos outros nos momentos. “Um país que tem um povo com a capacidade de resistir ao sertão, tendo água, oportunidades, universidades, escolas, rodovias, portos, é um país invencível”.

*Com informações da Agência Brasil.


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