Senadora Lídice da Mata destaca importância das intervenções do governo Jaques Wagner em Salvador

Lídice da Mata: "Os representantes da associação comercial local me disseram que a última intervenção física que teve ali foi aquele asfalto que eu passei quando era prefeita. Não se pode imaginar que os governos deixem passar tanto tempo para uma intervenção de manutenção em um local que é uma referência da Bahia"
Lídice da Mata: "Os representantes da associação comercial local me disseram que a última intervenção física que teve ali foi aquele asfalto que eu passei quando era prefeita. Não se pode imaginar que os governos deixem passar tanto tempo para uma intervenção de manutenção em um local que é uma referência da Bahia"
Lídice da Mata: "Os representantes da associação comercial local me disseram que a última intervenção física que teve ali foi aquele asfalto que eu passei quando era prefeita. Não se pode imaginar que os governos deixem passar tanto tempo para uma intervenção de manutenção em um local que é uma referência da Bahia"
Lídice da Mata: “Os representantes da associação comercial local me disseram que a última intervenção física que teve ali foi aquele asfalto que eu passei quando era prefeita. Não se pode imaginar que os governos deixem passar tanto tempo para uma intervenção de manutenção em um local que é uma referência da Bahia”

Ao participar na manhã desta sexta-feira de entrevista na CBN Salvador a senadora Lídice da Mata (PSB/BA), destacou a importância da ordem de serviço, assinada pelo governador Jaques Wagner  para início da primeira etapa da requalificação da Baixa dos Sapateiros. A obra de R$ 13,8 milhões inclui a recuperação de vias, passeios, praças e da iluminação pública, mas Wagner comprometeu-se a incluir no projeto uma praça e uma estátua em homenagem ao compositor fluminense Ary Barroso, que imortalizou o local com a canção Na Baixa do Sapateiro.

“Os representantes da associação comercial local me disseram que a última intervenção física que teve ali foi aquele asfalto que eu passei quando era prefeita. Não se pode imaginar que os governos deixem passar tanto tempo para uma intervenção de manutenção em um local que é uma referência da Bahia”, declarou Lídice, que esteve presente na cerimônia de lançamento do projeto.

De acordo com a senadora a obtenção dos recursos através do PAC das Cidades Históricas para a requalificação da Baixa dos Sapateiros reflete uma decisão anterior acertada do Governo do Estado: a aposta na reconstrução do estádio da Fonte Nova em seu espaço original. “Muitos achavam que tinha de fazer a Arena em outro lugar e eu defendi o contrário porque a renovação da Fonte Nova promove a agregação de obras de requalificação urbana no Centro Histórico de Salvador, centro este que não se resume ao Pelourinho”, argumentou a senadora.

Lídice observa que a recuperação da Baixa dos Sapateiros já despertou o interesse de uma grande loja de departamentos, assim como o do Centro Cultural da Caixa Econômica Federal, atualmente em funcionamento na Rua Carlos Gomes, de instalar-se na área. As obras de requalificação estarão sob a responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) e visam contribuir com a preservação cultural e o fortalecimento da atividade comercial. Além do governador Jaques Wagner, o prefeito de Salvador, ACM Neto, também participou da cerimônia de assinatura da ordem de serviço.

SUCESSÃO – Instada a opinar sobre o clima de harmonia entre chefes de executivo que representam forças políticas antagônicas, Lídice observou que a política tem uma função pedagógica, que é transmitir valores para a sociedade e tanto o governador quanto o prefeito estão dando essa contribuição. “Este movimento de aproximação institucional é indispensável àqueles que foram eleitos para defender os interesses da cidade e do estado. E assim como o governador tem mantido os compromissos para com o povo de Salvador, da minha parte também fico muito à vontade pra dizer que continuo fazendo, no limite de minha função de senadora, tudo o que é possível para atrair mais e mais investimentos para a nossa capital”.

Questionada sobre a sucessão de Wagner, Lídice pontuou que sua eventual candidatura não está condicionada à postulação do presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, à presidência da república. “A  minha relação com o governo, com o próprio governador, com os líderes e partidos da base aliada me credenciam à disputa. Minha candidatura poderia significar uma diminuição de conflitos na base. Eu não sou a predileção de muitos, mas tenho certeza que não tenho rejeição de nenhum deles, tenho boa relação com todos até porque integro esse projeto desde o começo, integro as hostes da resistência política baiana desde o início da minha vida pública e acho que nessa trajetória agreguei apoio e solidariedade”, destacou Lídice, citando as parcerias com o senador Walter Pinheiro, com o vice-governador Otto Alencar, com o presidente da Assembléia Legislativa, Marcelo Nilo, com o presidente do PP, Mário Negromonte, e com toda a cúpula e a militância do PCdoB, partido pela qual foi eleita deputada constituinte. “É necessário considerar Lídice como um plano A enquanto algo normal, assim como é normal uma mulher na política”, assinalou.


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