
Dono de um dos mais ricos acervos de Feira de Santana, o Arquivo Público Municipal, na Avenida Senhor dos Passos, 1101, Centro, está aberto para pesquisas de estudantes, professores, pesquisadores e a comunidade. O equipamento disponibiliza de mais de 200 mil documentos históricos, dentre os quais muitos raros e com mais de um século de existência.
O acervo é composto por mais de 200 mil documentos sobre a história de administrativa de Feira de Santana, mais de 1.000 livros históricos que fazem parte do período da Intendência até os dias atuais, projetos arquitetônicos de prédios públicos datados desde 1916 até 2002, escrituras de 1881 a 1888.
Dentre os destaques que marcaram a história de Feira de Santana, livros de registros de escravos; documento sobre a criação do distrito de Humildes, de 1859; inúmeras fotos antigas de prédios imponentes e históricos e muito mais.
A chefe da Divisão do Arquivo Público Municipal, Gleide Maria Bastos Silva Figueiredo, informa que o equipamento está aberto à visitação pública de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. A visitação de grupos pode ser agendada pelo telefone 3603-7770.
O prédio oferece recepção; sala de arquivo intermediário, onde estão plantas e projetos diversos de construções; sala de apoio à pesquisa, com vasta coletânea de livros e revistas sobre a história de Feira de Santana, além de recortes de jornais, decretos, portarias e leis municipais; sala de pesquisa onde estão nove pôsteres de vultos históricos da cidade, dentre intendentes, a heroína Maria Quitéria, o historiador monsenhor Renato de Andrade Galvão e da maestrina Georgina Erismann.
A estrutura do Arquivo Público também conta com sala de atendimento, onde constam as fichas de todos os servidores públicos municipais; sala de exposição, com 55 fotos históricas antigas; sala de triagem e depósito e ampla sala de livros. Neste prédio ainda funciona o Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana. roso museu a Deus dará, para os espaços emblemáticos das Bienais, São Paulo, Veneza etc. E o Sertão virou mar…”
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