Liminar paraliza processo de concessão do Hospital Clériston Andrade em Feira de Santana

Vista aérea do Hospital Geral Clériston Andrade. A pedido do MPF, resolução que trata da publicização do hospital está suspensa até que o Conselho de Saúde do Estado da Bahia se manifeste sobre o assunto. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Vista aérea do Hospital Geral Clériston Andrade. A pedido do MPF, resolução que trata da publicização do hospital está suspensa até que o Conselho de Saúde do Estado da Bahia se manifeste sobre o assunto. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Vista aérea do Hospital Geral Clériston Andrade. A pedido do MPF, resolução que trata da publicização do hospital está suspensa até que o Conselho de Saúde do Estado da Bahia se manifeste sobre o assunto. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Vista aérea do Hospital Geral Clériston Andrade. A pedido do MPF, resolução que trata da publicização do hospital está suspensa até que o Conselho de Saúde do Estado da Bahia se manifeste sobre o assunto. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)

A pedido do Ministério Público Federal (MPF) em Feira de Santana/BA, a Justiça Federal determinou, no último dia 11 de outubro de 2013, em caráter liminar, a suspensão da Resolução 001/2013, da Secretaria Estadual de Administração, que trata da privatização do modelo de gestão do Hospital Geral Clériston Andrade. A decisão resulta de ação civil pública proposta em julho deste ano pelo procurador da República Leandro Nunes.

Segundo a liminar, a comunidade precisa ser ouvida antes da mudança do modelo de gestão do hospital, conforme dita o caput III do art. 198 da Constituição Federal. Portanto, o processo de publicização deve ser suspenso até que o Conselho de Saúde do Estado da Bahia, atuando como representante da comunidade, se manifeste sobre o tema.

O estado crítico do Clériston Andrade é objeto de dois inquéritos civis públicos instaurados no MPF. De acordo com as investigações, o quadro reduzido de profissionais, a carência de leitos e de equipamentos afetam a prestação de um serviço público de saúde com qualidade e eficiência, prejudicando os pacientes que procuram o hospital. Somam-se a esses problemas o fato de a privatização do centro de saúde ter sido decretada sem a necessária participação dos servidores interessados e dos Conselhos Estadual e Municipal de Saúde.


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