Milho para comercialização a preço subsidiado está garantido até fevereiro de 2014

Produtor rural tem preço e fornecimento de milho garantido.
Produtor rural tem preço e fornecimento de milho garantido.
Produtor rural tem preço e fornecimento de milho garantido.
Produtor rural tem preço e fornecimento de milho garantido.

O Diário Oficial da União publicou nesta quarta-feira (09/10/2013), Portaria Interministerial nº 985, dos Ministérios da Agricultura, Fazenda e Planejamento, que prorroga a continuidade da comercialização do milho, através do Programa de Vendas em Balcão, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até 28 de fevereiro de 2014, com o objetivo de socorrer os rebanhos nos municípios atingidos pela seca, exclusivamente na área de abrangência da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

De acordo com o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Agricultura (Conseagri), Eduardo Salles, titular da pasta na Bahia, a prorrogação é fruto da união de esforços entre as Secretarias da Agricultura, Casa Civil, da Conab e do empenho do governador Jaques Wagner, junto aos ministérios. O secretário informa que enviou ofício, em junho deste ano, ao ministro da Agricultura, Antônio Andrade, solicitando a prorrogação, mas como o prazo para a venda do milho se estendeu apenas até o dia 30 de setembro, Salles enviou dois novos ofícios, desta vez para a presidente Dilma Rousseff, um no dia 1º de outubro e outro no dia seguinte (2), reiterando o pedido.

“A venda do milho através do Programa de Vendas em Balcão foi suspenso no momento mais crítico da seca e nós precisávamos dessa definição para amenizar os prejuízos sofridos por criadores que, além de estarem descapitalizados devido à perda de parte dos seus rebanhos, tiveram suas pastagens dizimadas, e estas não são recuperadas de forma imediata, sendo necessários mais alguns meses para que isso aconteça”, destacou o secretário Eduardo Salles.

O milho subsidiado está sendo vendido ao preço de R$ 18,12 a saca de 60 quilos, até 3 mil quilos. Acima dessa quantidade até 6 mil quilos, o criador paga R$ 21,00 por saca. Parte dos recursos oriundos da comercialização será destinada ao custeio de logística (transporte, armazenagem, impostos e ensacamento) e à compra de volumosos (outros tipos de ração) para complementar a alimentação dos rebanhos de agricultores familiares, a exemplo de mucilagem do sisal, feno, palha de milho, entre outros produtos.


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