Omar Aziz, governador do Amazonas, é, dentre todos os governadores do país, o líder estadual melhor avaliado pela população de seu estado. Omar é avaliado positivamente por 74% dos eleitores amazonenses, segundo a pesquisa CNI/IBOPE Inteligência. Na sequência aparecem Eduardo Campos, de Pernambuco, com 58% de ótimo e bom, e Tião Viana, do Acre, com 55%. Na média nacional, 34% da população brasileira considera o governo de seu estado ótimo ou bom.
A maneira de governar de Omar é aprovada por 84% dos amazonenses, enquanto 76% dos pernambucanos aprovam a forma de Campos governar o seu estado e 70% dos acreanos aprovam a maneira de governar de Tião Viana.
Apenas em cinco estados os governadores têm a confiança de mais da metade dos eleitores: Amazonas (75%), Pernambuco e Acre (66% cada), Minas Gerais (60%) e Mato Grosso do Sul (59%).
Também em cinco estados a avaliação do governo estadual (percentual de ótimo e bom) supera a do governo federal: Pernambuco (58% x 45%), Espírito Santo (49% x 38%), Amazonas (74% x 64%), Acre (55% x 45%) e Mato Grosso do Sul (49% x 45%).
Menos populares – A pior avaliação (7%) é a do governo de Rosalba Ciarlini, do Rio Grande do Norte, que chegou a ser afastada do cargo nesta semana. Em seguida aparece Agnelo Queiróz, do Distrito Federal, com 9%. Camilo Capiberibe, do Amapá, e Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, têm 18% cada.
As menores aprovações da maneira de governar também essão no Rio Grande do Norte, Distrito Federal e Amapá: 13%, 16% e 26%, respectivamente. A ordem também é mantida na confiança no governador. Apenas 11% dos potiguares confiam em Rosalba, 13% dos eleitores do Distrito Federal confiam em Agnelo Queiroz e 25% dos amapaenses confiam em Capiberibe.
O IBOPE ouviu 15.414 eleitores com 16 ou mais, em 727 municípios de todas as unidades da federação entre 23 de novembro e 2 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nos números nacionais. Nos estados de São Paulo, Minas Gerias e Rio de Janeiro, a margem de erro é de três pontos percentuais e nos demais estados, de quatro pontos percentuais.
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