Eleições 2014 – Bahia | Centrais sindicais reafirmam apoio a Rui Costa e Otto Alencar

Representantes das quatro maiores centrais sindicais do Brasil reuniram-se com Rui e com a ministra Ideli Salvatti e reiteram a confiança na vitória de Rui, Otto e Dilma. Rui Costa conversa com sindicalistas.
Representantes das quatro maiores centrais sindicais do Brasil reuniram-se com Rui e com a ministra Ideli Salvatti e reiteram a confiança na vitória de Rui, Otto e Dilma. Rui Costa conversa com sindicalistas.

Somando-se à série de apoios que tem recebido ao longo desta campanha eleitoral e, de forma mais intensa, nesta reta final, Rui Costa, candidato a governador da coligação Pra Bahia Mudar Mais, recebeu a confirmação de que as quatro maiores centrais sindicais do país (Central Única dos Trabalhadores – CUT, Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores – UGT, e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB) estão ao seu lado e de Otto Alencar para o Senado federal. Em reunião no comitê central, manhã desta quinta-feira, os dirigentes das centrais na Bahia mais uma vez anunciaram que estão ao lado de Rui e de Otto nesta eleição e entregaram ao candidato, que tem toda uma história de luta como sindicalista, uma pauta de ações para os próximos anos, na qual se incluem a instituição de mesa de negociações com a classe trabalhadora e salário mínimo regional, entre outras reivindicações.

Representando a candidata Dilma Rousseff, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti recebeu a pauta com as reivindicações de âmbito nacional e revelou-se entusiasmada com o clima eleitoral visto na Bahia nos últimos dias, quando é visível o crescimento das candidaturas de Rui e Otto. “Aqui tem cheiro de vitória”, afirmou a ministra, reiterando sua confiança também no grande apoio dos eleitores baianos à candidatura da presidente Dilma, “que terá aqui o seu maior percentual de votos, proporcionalmente, de todo o País”. E alertou para a importância de que os deputados federais e estaduais eleitos tenham compromisso com a causa, lembrando o quanto foi difícil segurar no Congresso o fim da multa do FGTS, que incentiva a demissão, “e levamos muito tempo para aprovar a PEC do Trabalho Escravo”.

Rui Costa ficou feliz ao reencontrar, na reunião, velhos conhecidos do tempo em que ele era líder sindical e lembrou que naquela época eles lutaram muito contra arrocho salarial e contra os prejuízos. “A nossa luta era para perder menos e não ter direitos retirados. Hoje a pauta é para discutir o avanços”, observou o candidato e, dando exemplos das realizações do governo de Jaques Wagner, disse que pode ir a qualquer encontro com os trabalhadores, mas sabe que é preciso mais. Rui pediu a força das centrais nessa reta final. “Vamos à disputa, é força total para ganharmos as eleições, inclusive em Salvador”.

O presidente estadual do PT, Everaldo Anunciação, agradeceu o apoio das centrais aos candidatos da coligação Pra Bahia Mudar Mais e disse que a presença delas reflete que o caminho traçado está na direção certa. “Com respeito à liberdade e autonomia dos movimentos sociais, que devem pautar o governo do que é coletivo. Sei que vocês estão aqui pelo reconhecimento dos avanços”. Dirigente da Força Sindical, Vítor Costa confirmou  a fala do presidente do PT, dizendo: “A gente sabe da transformação desse país.  Eles querem voltar, mas jamais deixaremos isso acontecer. Acreditamos que Rui pode fazer muito mais. Dessa vez, o governador da Bahia não vai sair do circuito Barra-Ondina, sairá da Liberdade”.

O apoio a Rui e Otto foi confirmado por todos os dirigentes e sindicalistas presentes, como afirmou Cedro Silva, da CUT: “Aqui está a turma do movimento sindical, que te apoia, Rui. O que interessa pra nós é termos Rui Costa no governo da Bahia”. Iglesias Cabalero, da CTB, conclamou os companheiros a cerrar fileiras em torno de Rui e Dilma: “Nós precisamos potencializar as nossas baterias e formar consciências para ganhar mentes e corações. Temos que pontuar quem somos nós e quem são eles. Avançar nas conquistas dos trabalhares, perseguir a corrupção, esta é uma bandeira nossa, sempre foi nossa. Vamos fortalecer a nossa presença no Parlamento”. Para  Marcelo Lavigne, da UGT, o movimento sindical deve ir para base, “porque não podemos deixar que o passado sombrio volte a governar o nosso estado. A UGT esta com vocês para o que der e vier. O melhor para este estado é votar 13 para governador e presidente e 555 para Otto Alencar”.


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