Brasil tem crescimento constante quando o assunto é pós-graduação

“O Brasil é muito jovem naquilo que chamamos de universidade, pós-graduação e pesquisa”.
“O Brasil é muito jovem naquilo que chamamos de universidade, pós-graduação e pesquisa”.
“O Brasil é muito jovem naquilo que chamamos de universidade, pós-graduação e pesquisa”.
“O Brasil é muito jovem naquilo que chamamos de universidade, pós-graduação e pesquisa”.

“O Brasil é muito jovem naquilo que chamamos de universidade, pós-graduação e pesquisa”. A afirmação é do professor doutor Lívio Amaral, diretor de Avaliação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), durante mesa-redonda, na manhã desta quarta-feira (19/11/2014), na Unesc (Universidade do Extremo Sul Catarinense), em Criciúma/SC. Amaral participou das discussões sobre Produtividade do 8º Encontro Nacional de Pós-Graduação na Área de Ciências da Saúde e apresentou números demostrando que a pós-graduação brasileira vem em um crescimento contínuo de produção e expansão.

Resgate histórico

O diretor de Avaliação da Capes iniciou os trabalhos fazendo um resgate histórico e apontou a criação da USP (Universidade de São Paulo), na década de 1930, como o primeiro marco brasileiro na área. Ele também falou da década “miraculosa”, de 1950, quando se estabeleceu a Capes e o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), grandes incentivadores dos pós e da pesquisa no Brasil.

Crescimento

Nos últimos 40 anos o número de Mestrados e Doutorados aumentaram cerca de 1.000%, totalizando hoje mais de 5 mil programas no Brasil. As informações são do professor doutor Lívio Amaral, destacando que, independente do governo, a pós-graduação teve um crescimento contínuo. “O Brasil está em 13º no mundo em produção do conhecimento, com 2,7% de todo material produzido”, informou.

Educação básica

Lívio Amaral lembrou que em 2009 a Capes passou a trabalhar com a formação de professores e educação básica, trazendo alguns números. Por exemplo, que quem tem Ensino Superior ganha 170% mais do que aqueles apenas com Ensino Médio. Quem tem Doutorado ganha 35% a mais do que aqueles com Mestrado. O percentual dos com Mestrado sobre os com Ensino Superior é de 83%. Já Ensino Médio sobre Ensino Fundamental é de 42%.

Ele também trouxe dados da população brasileira, apresentando que apenas 0,12% tem Doutorado, 0,32% Mestrado, 7,46% Ensino Superior, 23,54% Ensino Médio e 18,32% Ensino Fundamental.

Os dados são da publicação “Mestres 2012: Estudos da demografia da base técnico-científica brasileira”, do CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos).

Encontro Nacional

Além de conferências, capacitações e mesas-redondas, a Unesc recebeu reuniões com coordenadores de diferentes áreas da Capes, transformando Criciúma no centro nacional de discussão sobre o futuro da pós-graduação brasileira.

O evento, que encerra hoje, é organizado pelo PPGCS (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde), com o apoio da Propex (Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão).


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