Feira de Santana: diretor do Jornal Grande Bahia colabora com investigação do Ministério Público sobre serviços de telecomunicação

O jornalista e cientista social Carlos Augusto e o promotor de justiça Sávio Henrique Damasceno Moreira. Jornal Grande Bahia colabora com investigações do Ministério Público.
O jornalista e cientista social Carlos Augusto e o promotor de justiça Sávio Henrique Damasceno Moreira. Jornal Grande Bahia colabora com investigações do Ministério Público.
O jornalista e cientista social Carlos Augusto e o promotor de justiça Sávio Henrique Damasceno Moreira. Jornal Grande Bahia colabora com investigações do Ministério Público.
O jornalista e cientista social Carlos Augusto e o promotor de justiça Sávio Henrique Damasceno Moreira. Jornal Grande Bahia colabora com investigações do Ministério Público.
Ofícios do Ministério Público e resposta do Jornal Grande Bahia.
Ofícios do Ministério Público e resposta do Jornal Grande Bahia.

O cientista social e jornalista Carlos Augusto, responsável pela direção do Jornal Grande Bahia, foi recebido pelo promotor de justiça Sávio Henrique Damasceno Moreira, na quinta-feira (12/02/2015), na sede do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), em Feira de Santana. Na oportunidade, em resposta aos ofícios encaminhados pelo MPBA, Carlos Augusto entregou cópias de reportagens e documentos concernentes aos serviços de telecomunicação de Feira de Santana.

Os ofícios foram encaminhados, na sexta-feira (06/02), à direção do jornal pelo MPBA. Eles solicitam apoio do jornal na divulgação de informações, e também têm a finalidade de informar sobre abertura de inquéritos, que objetivam averiguar falhas na prestação dos serviços de telecomunicação no município de Feira de Santana, operados pelas empresas Oi e GVT.

Reunião

Durante o encontro, o promotor Sávio Damasceno expressou desejo de aproximação entre o Ministério Público e a imprensa de Feira de Santana. Ele informou que a iniciativa dos ofícios objetiva ampliar a interlocução da entidade com a sociedade. Damasceno também destacou a necessidade dos usuários aderirem ao Programa de Aferição de Qualidade da Banda Larga no Brasil, realizado pela Entidade Aferidora de Banda Larga – EAQ (http://www.brasilbandalarga.com.br/).

Ao aderir ao programa, o promotor de justiça explica que os usuários da internet passam a atuar como auditores da rede. Para que isto ocorra, é necessário que o usuário da internet se cadastre no programa, e recebe um aparelho que mede a qualidade da rede. Os dados são enviados para entidade aferidora. Na sequência, eles são utilizados por órgãos de controle do Estado com a finalidade de cobrar das operadoras dos serviços os investimentos necessários a manutenção e melhoria da Internet.

O aparelho fornecido pela Entidade Aferidora de Banda Larga é usado em computadores de mesa e notebooks. Para aparelhos móveis, o usuário baixa um aplicativo e automaticamente os dados são enviados para a entidade aferidora. O serviço não gera ônus financeiro para os usuários, e o sigilo de dados do usuário são garantidos.

Baixe

Documentação entregue pelo Jornal Grande Bahia ao Ministério Público da Bahia, em 12 de fevereiro de 2015

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