Polícia Federal deflagra 11ª fase da Operação Lava Jato e prende os ex-deputados André Vargas, Luiz Argôlo e Pedro Corrêa

Na 11ª fase da Operação Lava Jato, policiais federais cumprem 32 mandados judiciais Divulgação/Polícia Federal.
Na 11ª fase da Operação Lava Jato, policiais federais cumprem 32 mandados judiciais Divulgação/Polícia Federal.
Na 11ª fase da Operação Lava Jato, policiais federais cumprem 32 mandados judiciais Divulgação/Polícia Federal.
Na 11ª fase da Operação Lava Jato, policiais federais cumprem 32 mandados judiciais Divulgação/Polícia Federal.

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (10/04/2015) a 11ª fase da Operação Lava Jato, intitulada A Origem, que investiga desvios de recursos na Petrobras. Cerca de 80 policiais federais cumprem 32 mandados judiciais: sete de prisão, nove de condução coercitiva e 16 de busca e apreensão nos estados do Paraná, da Bahia, do Ceará, de Pernambuco, do Rio de Janeiro e de São Paulo e no Distrito Federal. Segundo a PF,  também foi decretado o sequestro de um imóvel de alto padrão na cidade de Londrina, no Paraná.

Os ex-deputados federais André Vargas (ex-PT-PR), Luiz Argôlo (SD-BA), e Pedro Corrêa (PP/PE) estão entre os presos, de acordo com a TV Globo. Assessores dos dois políticos também foram detidos.

Vargas e Argôlo foram os primeiros parlamentares flagrados pela Polícia Federal em conversas nebulosas com o doleiro Alberto Youssef, um dos delatores do petrolão, a partir de interceptações telefônicas autorizadas pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba.

De acordo com a PF, a atual fase tem como bases a investigação feita em diversos inquéritos policiais e a baixa de procedimentos que tramitavam no Supremo Tribunal Federal, apurando fatos criminosos atribuídos a três grupos de ex-agentes políticos, que abrangem os crimes de organização criminosa, quadrilha ou bando, corrupção ativa, corrupção passiva, fraude em procedimento licitatório, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e tráfico de influência.

O órgão informou que a investigação abrange, além de fatos ocorridos no âmbito da Petrobras, desvios de recursos em outros órgãos públicos federais.

Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

Com informações da Agência Brasil e da Revista Veja.


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