Na noite de quinta-feira (30/04/2015), Batista Cruz informou, na página pessoal do Facebook, que o irmão Manoel Anchieta Nery de Souza faleceu. A causa da morte foi decorrente de Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Quando foi à óbito, Anchieta encontrava-se sob cuidados médicos na Unidade de Terapia Intensiva do (UTI) do hospital EMEC em Feira de Santana.
O corpo de Anchieta Nery está sendo velado na capela do Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA), na manhã de hoje (sexta-feira). Às 14 horas é celebrada Missa de Corpo Presente na Capela Nossa Senhora da Piedade – a capela fica na própria estrutura do HDPA. Cumprindo o desejo expresso em vida por Anchieta, após a missa, o corpo será levado para Salvador com finalidade de realizar o ritual da cremação. O local da cremação não foi informado.
Dentre as atividades que exerceu em Feira de Santana, Manoel Anchieta Nery de Souza foi jornalista, editor do extinto jornal impresso Feira Hoje, ex-secretário de comunicação de Feira de Santana, e professor da Universidade Estadual de Feira de Santana.
Mensagem de Batista
Na manhã de hoje (01/05), Batista Cruz emitiu uma nota de pesar em homenagem à memória do irmão:
– Se a vida é feita de ciclos, hoje fechei mais um deles. Perdi para sempre o meu amado irmão Anchieta, que há muitos anos o chamava de careca, um humanista que, com palavras, me tornou menos agreste. Com ele aprendi muitas coisas que utilizo no meu dia a dia: a gostar de literatura, de ler gibi, do Bahia, de Tex Willer e Kit Karson, a ser mais paciente, de amar Feira de Santana sem diminuir a paixão que sinto por rodelas, onde nascemos. Éramos mais do que irmão. Eramos amigos desde que me entendo por gente. E como irmãos de vez em quando quebrávamos o pau, mas nunca, nunca mesmo, rompemos a nossa eterna amizade. Uma prova delas é que somos compadres duas vezes: eu batizei Maiana e ele, Gabriel, meu filho. Foi careca quem me trouxe para cá e com ele morei vários anos. Quem me iniciou no jornalismo – eu e uma turma bem grande. É, meu querido careca, o nosso trio de irmãos foi quebrado. Éramos e vamos continuar unidos eternamente, porque você nunca vai sair dos meus pensamentos, das minhas orações das minhas lembranças. É muito bom ser seu irmão. Com amor, Batista de Carmelita.








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