Deputado reage a anuncio de encerramento da produção noturna na Ford de Camaçari

Adalberto Souza Galvão (Bebeto Galvão) contesta ainda o argumento da empresa de que a paralisação das atividades ocorrerá em função da desaceleração das vendas no mercado automotivo.
Adalberto Souza Galvão (Bebeto Galvão) contesta ainda o argumento da empresa de que a paralisação das atividades ocorrerá em função da desaceleração das vendas no mercado automotivo.
Adalberto Souza Galvão (Bebeto Galvão) contesta ainda o argumento da empresa de que a paralisação das atividades ocorrerá em função da desaceleração das vendas no mercado automotivo.
Adalberto Souza Galvão (Bebeto Galvão) contesta ainda o argumento da empresa de que a paralisação das atividades ocorrerá em função da desaceleração das vendas no mercado automotivo.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Federal, nesta quinta-feira (26/11/2015), o deputado Bebeto Galvão (PSB) reagiu ao anúncio da Ford de encerrar as atividades de produção noturna da fábrica em Camaçari, a partir de 2016. O encerramento da produção noturna coloca em risco os empregos de cerca de dois mil trabalhadores metalúrgicos. No discurso, o parlamentar diz que a empresa deveria empenhar mais responsabilidade social com os trabalhadores e com a Bahia, inclusive porque a Ford é beneficiaria de isenção de impostos bancados pelo governo.

O socialista contesta ainda o argumento da empresa de que a paralisação das atividades ocorrerá em função da desaceleração das vendas no mercado automotivo. Bebeto afirma que a alegação da Ford não bate com os dados apresentados pela própria Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA). A Ford tem capacidade de produzir 250 mil veículos por ano e os números da ANFAVEA apontam que já foram comercializados 217 mil. “Então não há razões para a Ford anunciar o encerramento das atividades no 3º turno na planta de Camaçari. Quero aqui dizer que há outros instrumentos que podem ser adotados, inclusive um PPE”, sugere.

Em seu discurso, o deputado Bebeto exigiu uma intervenção dos governos federal e estadual para impedir os impactos que essa paralisação pode provocar como uma demissão massiva de trabalhadores. “É preciso que o governo federal intervenha. É preciso que o governo estadual assuma, junto com os deputados, esta tarefa de fazer com que a Ford não seja apenas beneficiária das isenções de impostos patrocinadas pelo Estado, mas que ela possa ter uma responsabilidade social com os trabalhadores, com a cidade de Camaçari”, conclui Bebeto.


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